Visitors:

online

Helber/Male/31-35. Lives in Brazil/São Paulo/São Paulo/São Miguel Paulista, speaks Portuguese and English. Spends 20% of daytime online. Uses a Fast (128k-512k) connection. And likes Leitura, Musica/Jogos, Cinema.



Do que eu gosto:

SOM NA CAIXA :

Platiniun Soul Legends - Vários
Lost In Space- Aimee Mann
Push the Button - Chemical Brothers


CINEMA / DVD :

Closer - Perto Demais
Os Imperdoáveis
Era Uma Vez no Oeste


JOGANDO

Final Fantasy 1 e 2 - GBA
Castlevania - Circle of Moon - GBA

LENDO :


Direitos Iguais, Rituais Iguais- Terry Pratchett


BLOGS DE AMIGOS :

Exene Cervenka
Seu Madruga é rei
- lhe ocultar -
Nerd Nation
Bem Doida
JorUBlog
Zona de Tosquice
HQ News
biozine - Contaminação Virtual
Rapadura Açucarada
BLOGzine
brazileira!preta
Viva a Vida Cristalina
Radio Base
A Estante Mágica de Ana
Chega de Calúnias
Brainstorm #9
Physical Graffiti
Homem-Chavão
Soletrada
Indigo City Sunset
Rodolfo Polino
W.A.S.D
Mete Direito!
O Som de Suas Asas
Pocketbook


FOTOLOGS :

O Insano Mundo de Rodrigo
Lorena Lage


LINKS :

Rádios Online

Brasil 2000
Mix FM
Kiss 102 FM - Classic Rock
89FM São Paulo
Alpha FM - Flashbacks
Nova FM - MPB
CBN São Paulo - Notícias

Sites de Busca

Google
Buscapé - Preços

Jogos

Outerspace
Players
Final Boss
Retrogames
Emulatronia
Noticias do Velho
2 Flash Games
Mousebreaker Online Games

Musica & Cinema

Cinema em Cena
Whiplash
Som Brasil

Animes

Anime Pró
Anime Blade
Pohanenhuma

Variedades

Omelete (o)
Sobrecarga
The Grrrls
Prato do Dia
UnderWeb
B*Scene
Página do Rafinha
Sampacentro

Quadrinhos
Universo HQ
HQ Maniacs
Sonhar.NET
Neil Gaiman Oficial

P2P e Downloads

ShareConnector
Central Filmes
SuprNova

Jornais

Folha Online
O Estado de SP



Passado

<< Arquivo

Arquivo do Blig

Créditos

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Estou no

O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil

Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005

É impressão minha ou...

...no novo desenho do Scooby Doo, em exibição pelo SBT, a musica tema é tocada pelo Green Day? A semelhança é incrível!
Depois de ouvir falar que o The Who teria tocado no tema de abertura do seriado japonês Spectreman, não duvido de mais nada.
Publicado por Morpheus® em 09:40 Comente aqui: .

A Estrela da Morte está entre nós!

Muito interessante esta foto tirada pela sonda Cassini, que está passando nesse momento pelas 34 luas de Saturno. Uma delas em especial, chamada Mimas - aparentemente feita toda de gelo -, tem uma semelhança incrível com a Estrela da Morte da saga Guerra nas Estrelas.
Seria George Lucas na verdade um enviado para nos alertar do perigo iminente? Planeta Terra, acaltelai-vos!


Fonte: Site d'O Velho e jornal El Mundo.
Publicado por Morpheus® em 09:37 Comente aqui: .

Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005

Música: Expectativas

Ainda no aguardo :
- Um novo CD do Portishead. Poutz, como Beth Gibbons e sua trupe fazem falta!
- Fiona Apple também tá desaparecida. A vida de casada deve estar fazendo bem pra ela.
- Rebecca Matta, mais uma que sumiu completamente. Poxa, tá faltando alguém pra mostrar pra Pitty como se faz um CD bom de verdade.
- Também no aguardo de um novo CD dos paulistas do Ludov.
- E, quem sabe, The Chinese Democracy, do Guns'n'Roses seja finalmente lançado? A esperança é a ultima que morre.

E o primeiro bom CD do ano é:
- The Chemical Brothers - Push the Button - Não sou muito chegado em música eletrônica, mas estarei mentindo se disser que esse CD não está muito bom! Legal pra escutar no carro, ou tocar numa balada. O primeiro grande destaque de 2005.
Publicado por Morpheus® em 01:04 Comente aqui: .

Quarteto Fantástico e Guia do Mochileiro das Galáxias: Trailers

Já estão no ar os novos teaser trailers dos dois filmes acima citados. O do Quarteto contém as mesmas cenas do primeiro teaser, mais algumas cenas extras com os personagens demonstrando seus poderes. O Trailer está em formato Flash, e pode ser acessado clicando no link abaixo:
Quarteto Fantástico - Teaser Trailer


Já o Guia do Mochileiro das Galáxias, pelo menos no trailer, parece estar ficando bastente fiel à sua versão literária. Já fico aqui imaginando como deve ser um Vogon declamando um poema no cinema, heheh. Trailer em Flash também, link abaixo:
O Guia do Mochileiro das Galáxias - Trailer

Publicado por Morpheus® em 00:34 Comente aqui: .

Sábado, Fevereiro 12, 2005

MSN? ICQ? Qual seu favorito?

O Velho levantou uma curiosa questão sobre qual dos dois softwares de comunicação instantânea é melhor, e o por que dessa atual supremacia do MSN.
Particularmente, prefiro mil vezes o ICQ, mas confesso que mal tenho usado ele, simplesmente porque boa parte da minha lista migrou pro MSN. Engraçado é que quase todos os meus amigos mais antigos da Internet começaram a usar o MSN pelo mesmo motivo.
Alguma razão especial pra isso estar acontecendo? Não exatamente. Como programa, o ICQ é muito melhor, permite mais privacidade, tem bem mais recursos, é quase um canivete suiço. E justamente essa eu considero uma das suas principais falhas. Para agregar tantas funções, o programa acabou ficando muito pesado para a maioria dos computadores em geral. E a versão Lite ainda tem muito o que melhorar pra ser razoavel.
O MSN Messenger, além de já vir junto com o Windows (na forma do Windows Messenger), é toda hora martelado nas propagandas de produtos Microsoft. Além de possuir uma grande facilidade de login (ao invés de uma extensa numeração, se digita simplesmente o e-mail), interface em português, uma facilidade absurda de uso em relação ao ICQ (como pra fazer salas de chat), recursos bem mais à mão (como a Webcam), imposssibilidade de ficar o tempo todo invisivel, e outras coisas mais. Não é a toa que o público mais leigo no uso do computador, ou que não domina a língua inglesa vai preferir o MSN. Pelo menos com algumas pessoas que conheço, é isso que ocorre.
Publicado por Morpheus® em 23:41 Comente aqui: .

Alguem ficou muito puto...

...em ler O Código da Vinci, e deixou isso muito claro nesta matéria do Omelete.
Quer dizer que teve quem levasse tudo aquilo à sério? Interessante isso...
Publicado por Morpheus® em 23:20 Comente aqui: .

Terça-feira, Fevereiro 08, 2005

Livros: O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams


Não saia da Terra sem ele!

Com tantos comentários positivos, e uma versão cinematográfica por vir, como é que eu poderia deixar de ler esse livro? Como é uma leitura leve, descompromissada e nonsense, li rapidinho, em dois dias, mais ou menos.
O inglês Douglas Adams era um antigo colaborador do grupo Monthy Pyton, e muito do estilo escrachado do grupo fica bem aparente nas diversas piadas que permeiam o livro. Feito a princípio como uma radionovela para a BBC, Adams adaptou a história para uma trilogia, dividida em 4 livros (é isso mesmo que você leu): O Guia do Mochileiro das Galaxias; O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, O Universo e Tudo Mais; e Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes. Tendo sido editado anteriormente pela Editora Brasiliense, O Guia e os demais livros da série estão sendo agora publicados pela Editora Sextante.
Vamos à história: Arthur Dent é um pacato cidadão inglês que está prestes a ter sua casa derrubada por uma empresa que quer construir um desvio para uma auto estrada. Ele é amigo de Ford Prefect, um ator desempregado que na verdade é um alienígena coletando informações sobre nosso planeta para o Guia do Mochileiro das Galáxias, cujo lema é "Não Entre em Pânico!". Pouco antes do nosso planeta ser destruido por alienígenas, Ford salva Arthur, pegando carona numa das espaçonaves, sendo ambos levados aos confins do Hiperespaço. Enquanto isso, no outyro lado do Universo, Zaphod Beeblebrox, Presidente da Galáxia, e sua assistente Trillian, roubam uma avançadíssima nave, movida a um gerador de improbabilidades infinitas, e juntamente com Arthur e Ford, irão aos confins da Galáxia procurar as respostas para as mais profundas perguntas da nossa existência: De onde viemos? Pra onde vamos? Por que estamos aqui? E principalmente, o que vamos almoçar hoje?
O ritmo nonsense da história lembra um pouco DiscWorld, de Terry Pratchett, mas em uma escala menor. Entretanto, você consegue achar bem mais graça das situações absurdas em que os personagens se envolvem, ainda mais por causa das reviravoltas que ocorrem na história o tempo todo. Apesar de muitos trechos do livro parecerem meio deslocados, provavelmente por terem sido adaptados de uma radionovela, a história é bem ágil, e por mais bobas que sejam algumas situações (como por exemplo, num trecho em que Arthur fala algo que é mandado via portal dimensional a vários séculos no passado, causando uma guerra estelar num outro sistema), você acaba rindo mesmo que sem querer. Num olhar mais atento, é facilmente notado as diversas agulhadas no nosso sistema burocrático (a justificativa da construtora para estar destruindo a casa de Arthur contra a vontade dele), questões culturais de "imensa relevância" (seriam realmente tão grandes assim?) e na nossa sociendade em geral. É hilário quando surgem filósofos na história querendo impedir que a resposta para as grandes questões do Universo sejam descobertas, simplesmente porque eles perderiam seu emprego. Uma bela sacada.
Infelizmente, Douglas Adams morreu em 2001, vítima de ataque cardíaco. Ele iria adorar ver sua obra literária virar filme, tendo Arthur Dent vivido por Martin Freeman e Ford Prefect por Mos Def.O filme deve estreiar em maio desse ano.
Anotação mental: Andar sempre com uma toalha na bolsa. Elas são muito importantes e tornam o Universo um lugar mais seguro.

Próxima missão literária: adquirir o quanto antes O Restaurante no Fim do Universo.
Publicado por Morpheus® em 12:54 Comente aqui: .

Livros - Segunda Geração, de Howard Fast

Acreditam que eu, um rato de livros, levei quase quatro meses pra ler Segunda Geração, de Howard Fast? Não é que o livro fosse ruim, apenas é desinteressante. Trata-se da sequência de Os Imigrantes, do mesmo autor, mostrando os primeiros tempos da colonização italiana, francesa e chinesa nos Estados Unidos no início do século passado. Em Segunda Geração, Fast dá prosseguimento à saga dos imigrantes, focando mais em seus filhos, a partir de 1930, passando por eventos históricos pós Grande Depressão, como a Segunda Grande Guerra e o ataque a Pearl Harbour. O interessante do livro é como esses fatos são mostrados pelo autor. No episódio de Pearl Harbour, por exemplo, os personagens Dan Lavette e sua esposa May Ling não se envolvem diretamente nos eventos, mas são vítimas dele. A grqeve dos portos americanos, que se estendeu praticamente até o início da participaçãos dos EUA na Segunda Guerra também é abordada de um modo um tanto quanto idealista demais, na minha opinião, na forma da personagem Barbara Lavette, filha de Dan.
O mal da história é que ela não te prende muito. Tanto que eu ficava semanas sem vontade de ler. Só quando se aproxima do final é que parece que a história finalmente vai tomar um rumo, ao invés de simplesmente mostrar o dia a dia dos personagens, mas ai vem um final meio abrupto, do tiupo em que todas as peças soltas se encaixam como se por mágica. Esperava um pouco mais do livro. Bom pra ler antes de dormir, quando estiver com insônia.
Publicado por Morpheus® em 12:04 Comente aqui: .

Cinema: Hero (2002)


Who wants to be a Hero?


Meu amigo Galford me recomendou esse filme, que segundo ele seguia a mesma linha do belíssimo O Tigre e o Dragão. Fui assisti-lo, e o que aconteceu? Dormi! Simplesmente dormi. Não consegui absorver a história, para mim O Tigre e o Dragão era bem mais claro em seus objetivos. Demorou pra eu pegar o fio da meada que é a dinâmica da linguagem de Hero, a forma como a história é contada. No dia seguinte, decidi dar uma nova chance ao filme.

E o que posso dizer? O filme é maravilhoso. É Jet Li indo muito além dos meros filmes de porradaria que ele está acostumado a atuar. O filme tem toda a aura poética de O Tigre e o Dragão e algo mais. Isso porque, apesar de também se tratar de uma lenda chinesa, é um filme muito mais fácil de ser compreendido que O Tigre e o Dragão.
A história se passa na China antiga, ante do surgimento dos Imperadores e suas dinastias. A China está dividida em 7 reinos, e o Rei do reino de Qin tem sua vida ameaçada por 3 magníficos guerreiros (Espada Quebrada, Neve que Voa e Céu - um primor de originalidade esses nomes). Porém, um guerreiro sem nome (interpretado por Jet Li) surge afirmando ter derrotado os tais guerreiros após ter treinado 10 anos a técnica da espada. Ele relata ao rei como isso aconteceu, e o que vemos na tela são algumas das mais belas e poéticas imagens já vistas no cinema.
Esse é o filme Chinês de maior orçamento de todos os tempos: 30 milhões de dólares. Muito bem gastos, por sinal, pois a história é soberba, contendo momentos bastante expressivos, como o combate de Sem Nome com Céu (Donnie Yen), a chuva de flechas disparada pelo exército de Qin sobre a cidade de Zhao, e a luta de Sem Nome e Neve que Voa (Maggie Cheung - já falei que adorei o nome desses personagens?) contra as flechas que caem na cidade. Merece destaque também a presença da bela Zhang Ziyi (de A Hora do Rush 2 e O Tigre e o Dragão) como Lua, discípula de Espada Quebrada e suas lutas contra Neve que Voa e Sem Nome (uau!). Parece que estou falando nomes de índios, não? heheh

A fotografia é belíssima. Cada parte do filme tem uma cor predominante, ressaltando o enredo de cada flashback: vermelho (paixão), azul (amor), verde (juventude), branco (verdade) e preto (morte). Quem não gostou de O Tigre e o Dragão (já devo ter repetido o nome desse filme umas 5 vezes)por causa das cenas de vôo dos personagens, vai gostar ainda menos de Herói, pois voar é o que eles mais fazem em tela. Mas, dentro do contexto da história (lembrem-se, é uma lenda), não tenho por que achar isso ruim.
Se estiver atrás de filmes de pura ação do Jet Li, vá atrás de Mascara Negra, Templo dos Campeões ou The One - O Confronto. Herói é um filme mais lírico, mais comedido, ao mesmo tempo que é exagerado, e por que não dizer, mais cerebral!
Publicado por Morpheus® em 11:44 Comente aqui: .

Sexta-feira, Fevereiro 04, 2005

Melhores de 2004 - Categoria Música - Parte 2

Heavy Metal não é muito minha praia, mas escuto um pouco também, principalmente Metal Melódico. Destaques de 2004:

- Conheci a boa banda Leave's Eyes através do CD Lovelorn, e acho que eles tem potencial. Destaque para a faixa Into Your Light;
- O After Forever volta a lançar um ótimo trabalho, com o CD Invisible Circles. Floor Jansen continua cantando melhor do que nunca, e a banda está lembrando mais ainda o Nightwish na época do CD Oceanborn. Mas sem dúvida que o melhor CD do After Forever ainda é Decypher.
- Finalmente o Nightwish lançou seu mais do que aguardado CD Once. A música de trabalho, Nemo, virou hit nas rádios FM's do país, meio que puxado pelo recente destaque da banda Evanescence. Tarja Turunem e sua trupe fizeram turnê pelo Brasil, com direito a shows lotados em São Paulo, Minas e outros estados. Mas sou sincero em falar que, apesar de ser muito bom, Once, de todos os CDs da banda, é o que menos me agradou. Quem escuta o som deles nos CDs Wishmaster, Oceanborn e Century Child, com certeza estranha a sonoridade mais pop/rock de Once. Ainda assim, Planet Hell e Ghost Love Score são de arrepiar a espinha de qualquer um.
- Temple of Shadows. Para mim, esse foi um dos melhores CDs de Metal Melódico que escutei ano passado. E não é de uma banda européia ou americana, e sim dos paulistas do Angra. CD conceitual, críticas às Igreja Católica, e o poder sonoro da banda está cada vez melhor. Eduardo Falaschi cada dia mais se impõe como vocalista da banda, sendo cada vez menos comparado com o André Mattos, atual vocalista do Shaman. E Wishing Well tem tocado bastante no rádio, algo que não acontecia com o Angra desde Lisbon. Agora só falta os integrantes terem seus egos menos inflados para a banda ser cada vez mais reconhecida não só no exterior, mas também no Brasil.



Pop/Rock

Sinto informar, mas para mim nao teve nada, nada mesmo, que se destacasse no Pop/Rock nacional. Talvez no Indie Rock, com destaques para os bons CDs das bandas KiLLi (Contando os Dias), Nitrominds (Start Your Own Revolution) e em destaque os caras do Cachorro Grande (As Proximas Horas Serão Muito Boas). No cenário mainstream, os únicos CDs que achei razoaveis em 2004 foram: Gigante, do Capital Inicial; Acústico MTV - Ira! e Radiola, do Skank. Ou seja, nada tão impressionante assim.
Se for pra ver o Rap e o Hip Hop nacional do ano passado, o único que posso destacar é o BNegão e o seu CD Enxugando Gelo. Vez ou outra gosto de tocar Dança do Patinho para os meus colegas no trampo. Tem sempre alguém que acaba se identificando. Mas a maioria dos Cds de Rap que escutei ano passado são na verdade de anos anteriores. Vou tentar prestar mais atenção esse ano. Não sou fã, mas tem algumas coisas que me agradam.
No cenário pop/rock internacional teve sim, muita coisa boa. Não vou citar uma por uma pois senão o post vai ficar maior do que já está. Mas destaco alguns CDs, positiva e negativamente:

- Splinter, do Offspring - Tão mais do mesmo que até dá sono. Pra fazer você pegar o CD Smash e conferir se por acaso trata da mesma banda;


- My Prerrogative, da Britney Sperms, ops, Spears - Coletânea meio que sem graça da ex-apresentadora do Clube do Mickey. Afinal, são as mesmas musicas que já cansei de ouvir. Sei que muita gente deve estar torcendo o nariz nesse momento, mas nunca escondi que gosto de algumas musicas da loira. Interessante é que antes eu achava Toxic uma merda. Hoje eu acho a melhor do CD (mas o clipe ainda é uma merda);


- American Idiot, do Green Day - A maior surpresa do ano, na minha opinião. As musicas do CD estão ótimas, do início ao fim. Punk Rock adolescente querendo virar gente grande. Jesus of Suburbia é a melhor musica já feita por eles, e Boulevard of Broken Dreams é linda. Ainda vai ganhar uma porrada de prêmios nos Grammy's da vida.

- Franz Ferdinand - A banda é muito boa, é verdade, faz um som dançante de qualidade. Mas nada que mereça tanto destaque quanto está sendo dado. Sei lá, preciso escutar mais algumas vezes pra tentar achar algo tão extraordinário no grupo.

- Antics, do Interpol - É sempre crucial o teste do segundo disco. Derrapagens são comuns, como foi o caso dos Strokes no decepcionante Room on Fire (que não é exatamente ruim, mas está bem aquém do CD de estréia). Porém, Antics é um CD ainda melhor do que Turn the bright lights. O tom depressivo de algumas faixas foi deixado de lado, o Interpol está flertando mais com o Pop, mas ainda falta uma maior vergonha na cara das "rádios-rock" aqui no Brasil (excetuando-se a Brasil 2000) que já deviam estar tocando pelo menos umas 2 faixas desse ótimo CD. Joy Division está tendo um sucessor quase à altura.

- In Exile Deo, da Julianna Hatfield - A ex-namorada de Evan Dando, do Lemonheads, simplesmente te cativa nesse ótimo CD. Outro que me pegou de surpresa, e que ainda escuto vez ou outra;

- How to Dismantle an Atomic Bomb, do U2 - Tentando se redimir dos experimentalismos dos discos Pop e Discotheke, e do fraco desempmenho do insosso All that you can leave Behind, o novo CD o U2 parece ser uma volta às raizes, a começar pelo título provocativo. Não é o melhor album deles (na verdade, não chega aos pés de Joshua Tree), mas é um U2 como há muito não escutávamos. Talvez ainda haja salvação para Bono e companhia.

- You Are The Quarry, do Morrissey - Impressionante como velho Moz ainda canta muito. Mais impressionante ainda são as letras das musicas desse CD, como por exemplo em The World is Full of Crashing Bores. É o melhor CD da carreira dele, desde o fim dos Smiths. Escutá-lo é quase uma obrigação.

- Where Our Love Grows, do Swing Out Sister - Fãs de musicas dos anos 60 não podem deixar de ouvir esse incrível CD dessa dupla britânica. Uma bela homenagem à Burt Bacharath, Dusty Springfield, Motown, música brasileira e outros. Botem o Soulseek pra funcionar, ou importem o CD.

- LifeBlood, do Manic Street Preaches - Um dos CD's mais Pop's já feitos, no sentido mais estrito da palavra. Agradável de se ouvir do começo ao fim. Outra grande surpresa.

- Contraband, do Velvet Revolver - É quase uma declaração do tipo "Axl, estamos pouco nos fodendo pra você!". Hard Rock de peso, Slash de volta aos velhos tempos, espero ainda ouvir muito mais coisas desses caras.

- Smile, do Brian Wilson - 37 anos pra ficar pronto. Um ótimo acompanhamento. Uma quase obra prima da musica pop. Quase porque eu ainda acho que os Beach Boys fazem falta. Mas é um ótimo CD, mesmo assim.

- Fells Like Home, da Norah Jones - Um CD tão bom quanto o de estréia, Come With Me. Realmente, Norah Jones é uma das melhores intérpretes norte americanas da atualidade. Mas, não sei se é implicância minha, mas sinto que ainda falta alguma coisa pra Norah ser realmente A cantora. Talvez uma diversificação no estilo, sei lá. Mas não deixa de ser um ótimo CD.

E aqule que considerei o melhor álbum em 2004 foi:

- Mind, Body & Soul, da Joss Stone

Porque nem toda adolescente loira quer ser uma Britney Spears.

- Esse eu não canso de ouvir, o melhor CD do ano passado, IMHO. Joss Stone, a loira canadense que apareceu de mansinho e deslumbrou o mundo inteiro com seu ótimo CD de estréia The Soul Sessions, mostrou que não era simplesmente "fogo de palha", e lançou um CD de musicas inéditas que cativam quem ouve da primeira à ultima faixa. Inacreditável que a loirinha tenha apenas 17 anos, e que já tenha esse tremendo vozeirão. Logo de cara, Right to be wrong já agrada até mesmo os ouvintes mais incautos. E é muito difícil não se arrepiar ao escutar pela primeira vez Security, Understand e You Had Me. Não é a toa que a comparam por vezes com Aretha Franklin, Janis Joplin e outras musas da Soul Music. Entrou com louvor para o meu rol de melhores cantoras internacionais da atualidade, assim como Fiona Apple, Norah Jones, Cat Power, Beth Gibbons, PJ Harvey e Alicia Keys. Ter gostando tanto assim da Joss Stone deve ter algo a ver com o fato de negões serem chegados numa loira, heheh.
Publicado por Morpheus® em 00:33 Comente aqui: .