| Sábado, Junho 26, 2004
Livro - O Caçador, de Ana Lúcia Merege
É interessante como o subtítulo escolhido por Ana Lúcia Merege para seu primeiro livro, "Um conto de Fadas contado em Mosaico" resume perfeitamente a história. Fruto de um trabalho de vários anos de luta pela sua publicação, minha cara amiga Ana acabou optando por publica-lo num esquema independente, através da Fábrica de Livros do SESI. Ela está organizando algumas festas de lançamento de seu livro em vários locais do Rio de Janeiro, e divulgando-o mais do que nunca em seu já bastante conhecido blog, A Nova Estante Mágica da Ana. Blog este que vem sofrendo com as constantes mudanças de política advindas do Blig e que, espero eu, tenha logo logo seus problemas sanados.
Voltando ao livro, O Caçador tem uma linha narrativa bastante fluída que, aliada às suas poucas páginas (pouco mais de 110 páginas), o tornam uma leitura bastante rápida. Aliado a isso, temos uma história entrelaçada a muitas outras, bastante conhecidas em sua maioria, remetendo ao leitor aquela sensação de estar pisando em terreno conhecido, mas sob um outro ponto de vista. Lembro que, tempos atrás, Ana postou um trecho de seu livro para opinarmos, e eu achei que estava um tanto quanto descritivo demais. Pois na obra final, essa é uma das melhores qualidades da narrativa, tanto que acaba por fazer falta em diversos momentos, razoavelmente compensado pelo fato de já sabermos razoavelmente dos acontecimentos ali descritos. É como se todos os contos de fadas pertencessem a um único reino, e todos convivessem em perfeita harmonia. Passeando entre essas histórias, temos o Caçador, um personagem que, por intermédio das outras histórias, acaba por criar a sua própria. Uma Rainha o incumbe de matar uma princesa e lhe entregar seu coração, mas o Caçador a ilude e, após escapar das garras da Rainha, parte pelo mundo rumo ao desconhecido.
Ele é um homem de poucas palavras, com seu próprio código de honra, vivendo à parte do mundo civilizado, pelos seus próprios motivos. Quase o tempo todo ele é vítima das circunstâncias, e o livro inteiro ele luta para ser o dono da situação. A sensação de solidão, isolamento, e uma certa impotência diante de diversos acontecimentos é presente em cada parágrafo escrito por Ana, que na minha opinião poderia inclusive ter se estendido bem mais em sua narrativa, sem medo de se tornar cansativa, afinal ela escreve incrívelmente bem, como bem podem atestar aqueles que frequentam seu blog. Isso fica mais aparente ainda no seu livro.
Um problema que encontrei no livro é o fato de, uma vez que Ana tende a tornar a fantasia algo mais factível, acaba por fazer com que certos momentos do livro fiquem meio corridos demais, como se tivessemos perdido uma parte da história. Exemplo disso é quando o Caçador ajuda um príncipe a lutar contra espinhais vivos. Ao final da luta, o cenário se altera tão abruptamente que acabou ficando muito estranho. Existem outros pormenores assim no livro, mas são bem menos sentidos do que este que citei.
Agora, o que mais gostei foi a maneira incrívelmente criativa que Ana terminou uma das histórias mais conhecidas do mundo. Não vou contar qual é pra não estragar a surpresa, mas fiquem sabendo que o final vale por todo o livro, na minha opinião.
Desde que comecei a visitar seu blog, sabia que seu potencial como autora era enorme, e isso ficou mais do que patente ao ler seu tão sonhado livro. Espero, sinceramente, que outras pessoas venham também a ter o privilégio de poder curtir seus mágicos escritos. Parabéns, Ana!
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em 21:23 Comente aqui: .
Música: NightWish - Once
Tarja Turunen nos vocais. Tuomas no teclado. Marco no Baixo. Emppu na guitarra. Jukka na bateria. Os reis do Metal Melódico com vocal feminino estão de volta, com seu novo disco "Once".
Mais pesado que Century Child, de 2002, Once nos apresenta os filandeses do NightWish mais seguros de sua posição de popstars do Metal, prontos para aproveitar o destaque alcançado pelo Evanescence que, em diversos momentos imitando o estilo do Nightwish, conseguiu um grande destaque mundial - lógico que ter Bring Me To Life na trilha sonora do filme Demolidor e Going Under na trilha sonora do game Enter The Matrix ajudou muito. Obviamente muitos fãs acabam por se sentir traídos devido à maior exposição da banda, mas isso é um processo natural do sucesso, e todo artista luta para um dia ser reconhecido, Nightwish não é excessão.
Não foi o disco mais fácil da banda, uma vez que desde a turnê Century Child World Tour é sabido que o grupo sofria de diversas divergências internas, sendo mais do que frequentes os boatos da saída de Tarja Turunen. Em entrevista à revista Rock Brigade, a mesma afirmou que isso realmente esteve perto de acontecer, mas que o tempo foi apaziguando os ânimos, e depois de algum tempo, o NightWish estava reunido para mais um álbum.
O que se percebe, na maioria das faixas, é um amadurecimento do som da banda, tanto na parte vocal (já não apenas dependente de Tarja) como na instrumental. Obviamente, se não fosse a presença marcante de Tarja Turunen nos vocais, o NightWish dificilmente teria o destaque que possui hoje, mas em Once é possível notar que eles estão sabendo equalizar melhor isso.
Qualquer um que já tenha escutado um CD do Nightwish antes consegue identifica-los automaticamente aos primeiros acordes de Dark Chest of Wonders, uma música com estilo típico da banda. O mesmo ocorre ao ouvirmos Wish I had an Angel, Planet Hell e The Siren. Nemo (que possui duas versões no CD, uma delas com arranjo mais instrumental) e Creek Marey's Blood são claramente mais comerciais, soando um pouco mais leves que as demais. Aliás, Nemo é a música de trabalho desse disco, tendo seu videoclipe exibido pela MTV atualmente.
Entretanto, não esqueçamos que o NightWish é uma banda de Metal, e músicas pesadas não são problemas pra eles. Prova disso é quando ouvimos porradas como Dead Garden e Romanticide onde, apesar da bela voz de soprano de Tarja Turunen, guitarras pesadas e uma bateria alucinada se fazem presente, fazendo um interessante contraponto à orquestral Ghost Love Score, uma das mais belas do álbum. Para quem, durante a execução do álbum, sentir falta do vocal erudito de Tarja Turunen, essa música é um verdadeiro deleite.
Pra finalizar, temos ainda Kuolema Tekee Taiteilijan, música cantada toda em Suomi (idioma oficial da Finlândia), com sua bela melodia que lembra um pouco NightQuest, do álbum Oceanborn; e Higher Than Hope que, se bem trabalhada, é outra provável candidata à radiohit.
O melhor álbum da banda? Não mesmo, Oceanborn ainda é insuperável, sendo muito mais coeso e inovador, além de ainda hoje nos dar a impressão de estar ouvindo algo semelhante a uma ópera ao som de Heavy Metal. Once representa muito mais a maturidade de uma banda do que exatamente inovação. O que não é pouco.
Uma boa notícia para os fãs: O grupo irá se apresentar novamente no Brasil dia 4 de dezembro, no Via Funchal. É show pra não se perder!
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em 21:09 Comente aqui: .
Um puta filme!
Oldboy
(ou "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena" - Seu Madruga)
Acessando os newsgroups da vida, li muitas postagens de pessoas baixando esse filme e o elegendo como um dos melhores do ano. Bom, pra ser sincero, algumas vezes o gosto desse pessoal é bem duvidoso, mas como haviam realmente muitas postagens sobre esse filme, resolvi pesquisar. Dele quase nada achei, a não ser esse artigo do site Zeta Filmes, elogiando a película. E, apesar de eu não curtir o EDonkey/EMule, tratei de instala-lo novamente para ver o que esse filme tinha de tão bom.
Olha, me desculpem todos, mas o filme é foda! Não tem outra palavra que o defina melhor. Foda, foda, foda! E não foi só eu que achei isso, afinal o filme ganhou o Grande Prêmio do festival de Cannes desse ano, o que por si só já é um grande referencial. O filme é da Coréia do Sul, dirigido por Chan-wook Park. Na verdade, Oldboy faz parte de uma trilogia de filmes sobre vingança, iniciado com "Sympathy for Mr. Vengeance", de 2002. E, em tempos de Kill Bill, só posso dizer que a palavra vingança se adapta muito melhor a Oldboy.
Baseado num mangá, é mostrada a história de Oh Dae-su (vivido pelo ator Choi Min-sik), um homem que, sem razão alguma, é sequestrado, e mantido num cativeiro por 15 anos. Seu único contato com o mundo exterior é através de uma televisão, pela qual fica sabendo que está sendo acusado do assassinato de sua esposa e uma série de outros crimes. Ao escapar de seu cativeiro, seu único objetivo é descobrir o porque disso tudo. Mas, como aos poucos ele vai descobrindo, tudo o que aconteceu e que ainda está para acontecer é maior do que ele pode controlar.
Entre as cenas dramáticas, "romanticas", violentas, escatológicas e humorísticas, destaco duas: A sequência em que Oh Dae-su enfrenta vários capangas usando um martelo, bem no estilo Kill Bill, mas usando um plano único e, à sua maneira, muito mais violenta; e a uma horrenda tortura envolvendo os dentes do torturado, coisa de dar nos nervos só de lembrar. Nem mesmo Tarantino em Câes de Aluguel conseguiu ser tão sádico!
Outras sequência polêmica é quando Oh Dae-su devora um polvo vivo (mesmo!). Não sei se isso é normal na Coréia, mas que a coisa foi bem nojenta, isso foi. E altamente desnecessária, na minha opinião.
Fora isso, da metade para frente, o filme se transforma numa verdadeira tragédia grega, do tipo que aos poucos vamos desvendando o final, com olhos arregalados, e quando temos nossas suposições confirmadas na tela, é quase impossível não sentir um misto de espanto, pena e até mesmo raiva. Desde o início do filme, é notório que Oh Dae-su está bem longe de ser um herói, mas os vilões, com o passar do filme, se tornam pessoas com motivos para fazer o que fazem. Se isso as torna boas ou más, ai são outros quinhentos.
Em meio a tanto sangue, Chan-wook Park fez um filme que, em meio ao entretenimento, nos causa reflexão. Pelo menos conseguiu me impressionar. Ótimo filme.
como eu sei que talvez esse filme nunca venha a passar no Brasil (a não ser, talvez, em mostras culturais ou diretamente em vídeo), abaixo segue o link pra baixar o filme no Emule. Download muito recomendado.
OldBoy - Versão 1 CD
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em 21:01 Comente aqui: .
Filmes: Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban
Semana passada fui ao cinema assistir ao terceiro episodio das aventuras do menino bruxo. Realmente é bem superior aos dois primeiros, ganhando ares mais dark e uma história melhor elaborada (afinal, o livro é o melhor da série na opinião de muitos). Não perdeu, entretanto, seu apelo infantil, principalmente quando ouvimos frases como "é a pureza de vocês, crianças..." em alguns momentos do filme. Mas isso não é demérito nenhum.
Daniel Radcliffe está mais à vontade no papel principal, e Emma Watson como Hermione rouba a cena em quase todas as vezes que aparece. Rupert Grint como Ron Wesley garante os momentos cômicos do filme, sendo também um bom destaque. Apesar de curta,a participação de Gary Oldman como Sirius Black é bem marcante, ele assimilou muito bem o papel. Michael Gambon entra para o elenco de Harry Potter substituindo o falecido Richard Harris no papel de Dumbledore, e até que não se saiu tão mal. Emma Thompson, como a professora Trelawney de Artes da Advinhação, garante outros momentos divertidos, a começar pelos seus trajes e óculos, entretanto, ela não aparece tanto. David Thewlis também está bem à vontade no papel do Professor Lupin.
O filme carece sim, de muitos problemas, a maioria só percebido por que leu os livros. Muita coisa é deixada sem resposta, como por exemplo o paradeiro de Gina Wesley, a razão do ódio do professor Snape por Harry Potter, o destino final de Peter Pettigrew, o que são "Animagos" e muitas outras coisas. Mas Hogwarts é bem melhor retratada nesse filme, os dementadores ficaram muito bem caracterizados (sem se parecerem com os espectros de Senhor dos Anéis, como muita gente ressaltou), e o fato dos alunos usarem por mais tempo roupas comuns deixou a história muito mais interessante. Sem contar os efeitos especiais, que estão de primeira linha, principalmente nas vezes que aparece Bicuço, um Hipogrifo (mistura de cavalo e águia) que parece muito real. A cena de Harry Potter voando nas costas do animal lembrou muito o vôo de Atreyo nas costas do Dragão Branco de História Sem Fim, como bem lembrou a Katchianna, do blog O Som de Suas Asas.
Apesar de ser necessário um certo conhecimento prévio dos filmes anteriores para não ficar perdido na história, Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban é um dos melhores filmes censura livre em cartaz no momento. Boa diversão.
Publicado por Morpheus®
em 20:52 Comente aqui: .
Jogos Nostálgicos!
# A um tempo atrás, li uma matéria interessante no site FinalBoss, sobre os jogos que marcaram nossas vidas, e assim resolvi postar aqui quais foram os jogos que tiveram momentos que mais me marcaram. Sempre tem algum momento nos jogos que o tornam inesquecíveis, ou por ser inusitado, ou por ser muito bem feito mesmo. Abaixo vão alguns:
- The Legend of Zelda - Ocarina of Time - O jogo todo é muito bom, mas sem dúvida o momento que mais me marcou não foi a luta final contra Ganondorf, e sim, quando Sheik revela sua verdadeira identidade. Sei lá, talvez por eu estar realmente imerso na história do jogo, algo talvez tão óbvio me pegou de surpresa. Passei a gostar ainda mais de Zelda depois desse momento.
- Prince of Persia - Não estou falando do ultimo lançamento, The Sands of Time que, aliás, nem joguei ainda, e sim do primeiro jogo, para DOS, onde você tinha apenas uma hora para salvar a princesa. Para esse, cabe aqui uma pequena história. Conheci esse jogo quendo fazia meu primeiro curso de computação, na época do DOS, DBase 3 Plus, Wordstar, Lotus e Clipper. Quando o professor nao estava olhando, lá ia eu colocar o disquete com o Prince e tentava passar os labirintos. Na terceira fase, pelo que me lembre, havia um abismo aparentemente intransponível, não havia nada do outro lado. Confesso que fiquei um bom tempo sem saber o que fazer, ainda mais que minhas jogatinas tinham que ser muito rápidas por causa das aulas. Um dia, meu cérebro começou a funcionar, e percebi que por baixo o caminho era mais longo do que por cima. Como na parte de cima, a tela aparentemente acabava, resolvi arriscar saltar além dela. E assim fiz, tomei distância, saltei e....bingo! Havia uma plataforma do outro lado! Na hora eu gritei "PUTA MERDA!", e a sala toda olhou pra mim. Meu, que vexame! Tirei logo o jogo, e continuei na aula. Nem terminei o jogo naquela época, só de ter passado daquela fase foi como se eu tivesse salvo a princesa. Só o terminei mesmo fazem uns 4 anos, quando o jogo veio de brinde numa dessas revistas de games. Mas aquele momento foi inesquecível.
- Final Fantasy VI - Nunca terminei esse RPG de SuperNintendo, mas o jogo é cativante o suficiente para te manter entretido sem cansar. O momento, logo no início do jogo, em que os personagens estão cercados pelas tropas inimigas num castelo, e de repente, saltam e fogem em cima de diversos Chocobos é muito da hora. E quando alguns personagens sacrificam-se para salvar outros? Pow, qualquer hora preciso terminar esse RPG.
- Chronno Trigger - Também do SuperNintendo. Foi o primeiro RPG que joguei até o final. Entre os grandes momentos do jogo, como o sacrifício de Crono, seu falso julgamento, a amargura de Magus, entre outras coisas, pode-se dizer que o game tem uma das melhores batalhas finais já vistas na história do videogame. Você chega até ela com vontade de destruir Lavos de qualquer maneira. A batalha é complicada, e requer muita estratégia, e em boa parte dela você vai se ver em desvantagem, mas aos poucos você começa a resistir cada vez mais, até que o inimigo é superado. Ai você pode curtir um dos 11 finais conhecidos que o jogo tem, dependendo de suas escolhas anteriores. Para mim, o melhor jogo do Snes.
- Command & Conquer - Na minha opinião, ainda hoje é um dos melhores jogos de estratégia em tempo real (RTS) já feitos. Tudo bem que, depois dele, vieram verdadeiros clássicos como a série Warcraft, Starcraft, Age of Empires e Total Annihilation mas Command & Conquer ainda é imbatível, na minha opinião. O jogo te fisga logo de cara através de sua ótima trilha sonora, que mistura música eletrônicacom um pouco de dance music e até sons mais militares (Fight! Win! Prevail!). Apesar dos mapas serem considerados pequenos hoje em dia, o nível de desafio e a interatividade da história até hoje consegue cativar quem quiser se enolver nessa guerra de proporções mundiais, que fica mais explícita na sequência C&C: Red Alert. Ao invés de jogarmos usando o Global Defense Init (GDI) e o Brotherhood of Nod (NOD), a guerra é mesmo entre os Estados Unidos e a União Soviética. Apesar de não possuir personagens centrais (a não ser Cain, dos NOD), é muito dificil não ser cativado pela história. Lembro que adquiri esse jogo encartado numa revista, e foi paixão á primeira vista, tanto que não descansei até terminar a missão dos GDI e, se meus CDs não tivessem ficado defeituosos com o tempo, já teria também terminado a campanha dos NOD's. Nada que um bom backup via Emule não resolva, heheh.
# Por falar em Games, abaixo vão algumas opções para PC gratuitas e de qualidade:
Destruction Desire - Game de luta muito parecido com o Guilty Gear do Playstation, mas com apenas 5 lutadores, o que não o torna mais fácil ou menos empolgante. Ótimos gráficos, jogabilidade frenética e golpes especiais a dar com pau. Para os fãs dos jogos de luta da SNK.
http://www.neo-arcadia-x.com/private/ddesire.zip
Nitro - Jogo de corrida arcade, com ênfase na jogatina online. Não fornece uma sensação muito empolgante de velocidade, mas tem gráficos decentes, faltando apenas um melhor suporte à rede e internet - não consegui sequer achar algum servidor. Mas, caso queira experimentar, clique no link abaixo:
http://users.pandora.be/nitrogame/files/Nitro.exe
Codename Gordon - Da Valve, vem esse jogo em 2D que funciona como um sidekick de Half Life. Gordon dessa vez está empenhado em saber onde foi parar seu universo 3D, e armado de seu pé de cabra, enfrentará diversos inimigos para resolver a situação. Apesar dos controles um pouco estranhos para um jogo em 2D, é muito bem feito e a diversão vale a pena
http://www.chip.de/downloads/c_downloads_11942846.html
Orn - Não é um jogo para PC, e sim uma Rom freeware para GBA. Orn nada mais é que um remake do Metroid do Nintendinho, mas com gráficos tridimensionais. Bem que a Nintendo poderia ter feito seus Metroids assim.
http://www.cs.rit.edu/~tjh8300/Orn/Orn.zip
Chromium - Jogo de naves em 2D, para ser jogando com o mouse. Bem desafiante.
http://www.reptilelabour.com/software/files/chromium/Chromium-WIN32-0_9_11.zip
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em 20:40 Comente aqui: .
Quinta-feira, Junho 24, 2004
Quadrinhos à vista!
Estamos numa boa época de quadrinhos, afinal de contas. Boas publicações aportam pelas terras brasilis, o que nos torna cada dia mais desejosos de lermos um dia material nacional de qualidade semelhante ou mesmo superior. Mas, até que esse dia chegue, contentemo-nos com material estrangeiro:
- 1602 #1, de Neil Gaiman, Andy Kubert e Richard Isanove - Este é o primeiro trabalho do "mestre dos sonhos" Gaiman para a Marvel. Foi um trabalho essencial para ele, pois assim pode custear seu processo judicial contra Todd McFarlane pelos direitos do personagem Miracleman. E valeu a pena, pois o processo foi ganho por ele em Fevereiro desse ano. Isso não significa que el fez uma história meia boca, cuja única motivação para que as pessoas comprassem fosse o nome de Gaiman na capa. Pelo contrário, o apuro histórico e o bom fio narrativo, característicos da série Sandman e da minissérie Orquídea Negra, também estão presentes em 1602. A primeira edição nacional corresponde às duas primeiras partes da minissérie americana, e serve mais como uma apresentação dos personagens envolvidos na trama. Gaiman se valeu dos tradicionais personagens do Universo Marvel, transportando-os para o ano de 1602 e, segundo ele, não se trata de um Elseworld, ou What If (realidades alternativas), e sim algo inserido na cronologia oficial da Marvel. Ambientada na velha Inglaterra, durante o reinado da rainha Elizabeth I, 1602 nos mostra Sir Nicholas Fury, responsável pela segurança da rainha, junto ao seu assistente, Peter Parquagh, responsável pela vinda de um artefato místico de imenso poder a terras inglesas. Para garantir a segurança do objeto, Sir Nicholas se vale dos serviços do misterioso Matthew Murdoch. Enquanto isso, Carlos Javier usa todos os recursos disponíveis para proteger secretamente os sanguebruxos, pessoas nacidas com poderes especiais. Grandes forças se voltam contra a rainha, como o Grande Inquisidor e seus filhos Petros e Wanda, e também o grande governante da latvéria, o Conde Otto Von Doom. Entre outros personagens que aparecem na história, destacam-se as contrapartes da Viuva Negra, Doutor Estranho, Foggy Nelson, Capitão América e (creio eu) Pássaro da Neve. Como isso irá se desenrolar? Somente Gaiman sabe. Apesar de minha imensa curiosidade, evitei pegar scans da minissérie pela net, e estou gostando do que li até agora. Vale destacar que a revista ganhará uma segunda edição da Panini, uma vez que a primeira esgotou. Mui interessante.
Para quem quiser saber mais sobre as referencias contidas em 1602, basta consultar este site, que contém muitos detalhes (em inglês).
- Gunmm - Hyper Future Vision #12 , de Yukito Kishiro - O mais cyberpunk dos mangás publicados atualmente no Brasil chega à sua 12° edição, e essa é uma das que tem mais ação até o momento. Após a morte de Ido, seu protetor, Gally ganha um novo corpo e se torna uma Tuned, agente especial de Zalem para capturar criminosos. Nessa edição em especial, ela enfrenta um batalhao de inimigos e irá massacra-los sem dó, em cenas de ação eletrizantes. A se conferir.
- Morte - A Festa, de Jill Thompson - Uma edição especial de Sandman, publicado pela editora Conrad, homenageando os mangás, utilizando os Perpétuos, numa história sidekick de Estação das Brumas. Morpheus recebe a chave do Inferno das mãos de Lucifer Estrela-da Manhã, que libertou todos aqueles que estavam prisioneiros lá. Como muitos não tem para onde ir, muitos vao parar no apartamento da Morte, dando muito trabalho para ela, e também para Delirium e Desespero, que resolvem ajuda-la. para mante-los ocupados, elas resolvem fazer uma festa. Em meio ás maluquices de Delirium e a uma estranha paixão de Desespero, Morte luta para salvar o dia e que ninguém estrague o carpete do seu apartamento.
A história é bem divertida, Jill Thompson incorporou bem o estilo mangá de desenhar, e ver os Perpétuos retratados dessa forma, com expressões SD (super deformed) é um show à parte. Obviamente o estilo da história difere bastante daquilo que foi escrito por Neil Gaiman, mas os eventos correm paralelamente aos acontecimentos de Estação das Brumas, tornando a leitura ainda mais interessante. Uma edição especial bacana, em mais de 200 páginas, que ainda conta com uma resumo das aparições da Morte nas histórias de Sandman, vários esboços conceituais e resumo de todas as sagas de Sandman (inclusive Noites Sem Fim e os livros de Gaiman). Bela edição.
- Superman - Entre a Foice e o Martelo #2, de Mark Millar - A URSS tem um novo presidente, seu nome é Superman. E, sobre seu comando, os soviéticos assumem a dianteira na corrida armamentista. vários inimigos, criados por Lex Luthor, tentaram vence-lo, mas em vão. Além do mais, Superman conta com o apoio da bela princesa Diana, mais conhecida como Mulher Maravilha. Mas, fora Luthor, existe mais uma pessoa capaz de derrotar Superman, e assim o fará, quando tiver oportunidade. Seu nome: Batman! Essa incrível minissérie de Mark Millar (The Authority) começa a esquentar. Que venha mais!
Publicado por Morpheus®
em 23:49 Comente aqui: .
Livros: O Xangô de Baker Street
Terminei de ler "O Xangô de Baker Street", o primeiro romance escrito pelo humorista e apresentador Jô Soares. Pode se dizer que ele começou bem, de certa forma. Jô Soares pegou vários personagens históricos brasileiros (Dom Pedro II, Olavo Bilac, Chiquinha Gonzaga), outros estrangeiros (a atriz Sarah Bernhardt) e personagens fictíios, mas mundialmente conhecidos (Sherlock Holmes e seu amigo Watson), juntou-os todos numa única história e o resultado é esse livro que, inclusive, já virou um filme que, segundo dizem, é bem fraco. Creio que o livro tenha se saido um pouco melhor.
Um raríssimo violino Stradivarius é roubado em plena corte, durante a temporada de apresentação de Sarah Bernhardt ao Brasil. Ao mesmo tempo, cruéis assassinatos tem ocorrido nas ruas do Rio de Janeiro. Ambos os crimes, de alguma forma, estão interligados e, para solucionar esse caso, Dom Pedro II convoca nada menos que o mestre da dedução, o detetive inglês Sherlock Holmes. Assim, ao longo do livro, vamos nos deparando com vários costumes da época, encontrando figuras históricas conhecidas, e vendo Sherlock Hokems nas situações mais insólitas, como experimentar Vatapá, ir a um terreiro de Cadomblé, fumar cannabis e até - quem diria - se apaixonar por uma brasileira! Em meio aos crimes grotescos ao longo do livro, Jô Soares consegue nos contar uma história bastante cômica e insólita, onde nem todas as coisas são tão "elementares".
A leitura é agradável, e com muitos detalhes históricos interessantes, contando inclusive com uma cuidados a bibliografia no final do livro, mostrando as fontes de inspiração de Jô para os seus personagens. Dá pra perceber que houve muita pesquisa histórica acerca da vida dos personagens reais de sua história, enquadrando-os mais ou menos dentro de suas respectivas personalidades na história. entrtetanto, já não posso dizer que gostei tanto assim do Sherlock Holmes retratado por Jô. Ao contrário do detetive perspicaz e astuto dos livros de Arthur Conan Doyle, temo um Holmes um tanto quanto fanfarrão, atrapalhado, e com um ego mais inflado ainda do que o normal. O doutor Watson é uma figura quase apagada o livro todo, mas nas histórias de Doyle, isso não muda tanto. Não sei bem porque, mas Sherlock falando português não ficou tão convincente. E algumas situações a que ele se submete são tão ridículas quanto desnecessárias, como quando Holmes e o delegado de polícia visitam um manicômio (Holmes se fantasia de Capitão Gancho, para não ser "reconhecido").
Outra coisa que me desagradou foi o uso constante de piadas antigassas, como se tivessem tido origem em fatos reais daquela época. Considerei mais divertido o modo como Jô explicou a origem de algumas expressões que usamos atualmente no dia a dia, quase todas com origem em algo que Holmes fez durante sua estada no Brasil.
Até que gostei de Jô Soares como escritor, foi uma leitura que me deixou bastante entretido nos ultimos dias. Sua forma de escrever é bem direta e agradável, detalhista nas situações, sem ser exagerado. Apenas acho que ele deveria ter elaborado melhor os crimes, pois não existe quase nenhuma evidência o livro inteiro que nos permita intuir quem seria o assassino. Na verdade, existem sim, mas achei elas idiotas demais. Ainda assim, um bom livro. Qualquer dia desses, quero ler O Homem que Matou Getúlio Vargas, que dizem ser muito melhor.
# E agora, para minha alegria, estou entretido na leitura de "O Caçador", primeiro livro da minha amiga Ana Lúcia Merege, do blog "Estante Mágica". Na verdade, tive que me conter um pouco, pois como o livro não é muito grosso, quase que o leio inteiro em um dia. Sinal que a história é, no mínimo, interessante. Logo logo, postarei por aqui minha opinião acerca da obra da minha amiga.
Publicado por Morpheus®
em 23:09 Comente aqui: .
Sábado, Junho 12, 2004
E para nao dizer que...
...deixei passar o Dia dos Namorados em branco, ai vai uma tira da Central de Tiras:
Definitivamente, essas datas comerciais não são a minha cara.
Sou do tipo que acredita que cada dia que você passa com a pessoa amada é um dia dos Namorados...e não um dia criado para o comércio vender mais.
Publicado por Morpheus®
em 23:46 Comente aqui: .
Rodeohead??!?!?
Simn, Rodeohead. Mais dois malucos americanos, Chris Hardwick e Mike Phirman, que resolveram prestar sua homenagem à banda de rock mais cult do momento, fazendo um medley de Creep, Paranoid Android, Everything In It's Right Place, Fake Plastic Trees e Karma Police em ritmo country! Esquisito no começo, mas depois você consegue achar até divertido, quando começa a identificar corretamente as músicas.
Dica do Lúcio Ribeiro. De vez em quando, ele dá uma dentro. Link abaixo:
Rodeohead.mp3
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em 13:38 Comente aqui: .
The King of Fighter's - 10 anos!

O site comemorativo dos 10 anos da série de luta The King of Fighters finalmente está no ar.
Clique no logotipo acima para dar uma conferida. Lembrando que o site ainda está incompleto, e disponível apenas em japonês (em breve em ingles e coreano).
Publicado por Morpheus®
em 12:12 Comente aqui: .
Quadrinhos: Gray Area #1
Confiram, no link abaixo, a mais nova HQ produzida pelo fantástico John Romita Jr. e Glen Brunswick para a Image: Gray Area.
Rudy Chance, um violento e corrupto policial da Cozinha do Inferno, em Nova Yorque, é executado por um cartel de drogas. Numa espécie de limbo, e no aguardo de ser levado para o Inferno, ele é forçado a combater forças malignas ao lado de uma força policial do além. Caso tenha êxito em sua missão, e se não for dominado pelo seu lado negro, sua redenção é garantida. Caso contrário, encontrará a danação eterna.
Parece algo bem Spawn, não? Também achei. Mas essa minissérie em 3 edições é o primeiro trabalho de John Romita Jr. após sua saída da revista do Homem-Aranha, que agora conta com a arte do brasileiro Mike Deodato. Além disso, Romita Jr. está desenhando melhor do que nunca. Lembra muito a arte de Demolidor - Homem sem Medo. Dêem uma conferida em 5 páginas da HQ, clicando nos links abaixo:
Página 7, página 8, página 9, página 10 e página 11.
Publicado por Morpheus®
em 11:38 Comente aqui: .
Só quem assistiu Monty Python e o Cálice Sagrado..
...consegue rir de frases bobas como essa abaixo:
- Para acabar com o coelho maligno da floresta, devemos usar a Santa Granada de Mão de Antioch!
Rei Arthur - Sim, é claro! Tragam a Santa Granada de Mão!
Esquentem não. Acordei meio nonsense hoje.
Ni!
Publicado por Morpheus®
em 11:03 Comente aqui: .
Momentos marcantes...
....podem vir que qualquer lugar. Até mesmo de um episodio do Chaves.
Lembram do episódio A Fonte dos Desejos?
Quico - Mamãe, jogue uma moeda na fonte e peça para que um trator atropele o Seu Madruga!
Chiquinha - E você papai, jogue duas moedas e peça para que dois tratores atropelem a Dona Florinda!
Quico - Então jogue três moedas e peça para que três tratores atropelem o Seu Madruga!!
Chiquinha - Então, papai, jogue quatro moedas, e peça para que quatro tratores atropelem a Dona Florinda!!
Quico - Então jogue dez moedas, e peça para que dez tratores atropelem o Seu Madruga!!!
Chiquinha - Então jogue vinte moedas, e peça para que Dona Florinda seja atropelada por toda a manada de tratores do mundo!!!
Chaves - Não... não... ao invés de desperdiçarem tantas moedas em atoprelamentos, porque não pedem que eu possa comer todos os dias?
Publicado por Morpheus®
em 10:55 Comente aqui: .
Quinta-feira, Junho 10, 2004
Lendas de um passado recente: VIOLETA DE OUTONO
Os anos 80, tão em voga atualmente, geraram diversas lendas musicais que, se não ficaram nacionalmente famosas, pelo menos proporcionaram bons momentos para aqueles que tiveram a oportunidade de ouvir um pouco do que eles produziram nos "anos perdidos".
vou falar um pouco sobre uma dessas lendas:
Formado em 1984, vindos da primeira formação do grupo Zero, o Violeta de Outono é totalmente fora do que toca por aí. São três caras com mais de 40 anos, que fazem um rock-revival que não se encaixa em nenhum estilo vigente. Provavelmente um dos únicos grupos de rock progressivo ainda em atividade no país, o Violeta de Outono era no início formado por Fábio Golfetti, Claudio Souza e Angelo Pastorello, e suas músicas tem muita influencia de bandas como Yes, King Crimson, Genesis, Beatles e, claro, Pink Floyd. Isso em suas fases mais psicodélicas. Atualmente, apenas o guitarrista/vocalista Fábio Golfetti permanece da formação original, sendo os outros dois membros originais substituidos pelo baixista Sandro Garcia e o baterista Gregor Izidro.
Em 1985, a banda gravou uma fita demo com as músicas "Outono", "Dia Eterno","Declínio de Maio" e "Reflexos da Noite", que passaram a ser executadas nas rádios alternativas do Rio e São Paulo e a banda fez shows em pequenas casas noturnas, ficando conhecida no circuito underground, tendo inclusive participado do show de lançamento do 2o. disco do Ira!, "Vivendo e não Aprendendo", que foi realizado na Praça do Relógio em São Paulo para um estimado público de 10.000 pessoas.
Em 1986 eles lançaram o disco "Violeta de Outono", e em seguida um pacote denominado "The Early Ears", que juntava uma fita cassete, um EP e um libreto, contendo covers de Gong, Pink Floyd e Rolling Stones. Na época, a revista Bizz elegeu a banda como a maior revelação de 1986 e o disco "Violeta de Outono" como o melhor de 1987.
Em 1989 o grupo lançou o disco "Em Toda Parte" e, depois disso separaram-se por algum tempo, sendo que o vocalista Fábio Golfetti aproveita para se dedicar ao projeto instrumental Ópera Invisível e seu disco solo. A banda só voltaria a se reunir nos fins de 1994, com intenção de lançar um disco só de inéditas, mas o que acabam lançando é o disco "Eclipse", uma gravação ao vivo de 1986 e, por fim, "Mulher na Montanha", com as músicas inéditas, foi lançado em 1999 pelo selo inglês Voiceprint, com sessões de gravação feitas quatro anos antes.
O grupo continua na ativa, e para esse ano, pretendem lançar um novo CD, e talvez um DVD também. O som soa bem estranho para a maioria das pessoas, acostumadas com esse bombardeio diário de Charlies Brown Jr e CPM22, mas é de uma qualidade instrumental inquestionável. Se os anos 80 estão sendo revisitados, que pelo menos as coisas de qualidade tenham seu devido destaque.
Para maiores informações, visitem o site da banda: http://www.violetadeoutono.com.br
Publicado por Morpheus®
em 16:22 Comente aqui: .
Desinteligência Nacional
Atualmente, ter cursado um curso de nível superior deixou de ser um luxo, ou um comprovante de status, para se tornar algo absolutamente necessário no mundo competitivo em que vivemos. Não é a toa que os donos de faculdades e "escolinhas" vêem esse filão como algo muito promissor. Lógico que na maioria das vezes, isso nao significa "ensino de qualidade".
É uma preocupação justa do Governo Federal em aumentar o número de vagas para pessoas de baixa condição financeira, os "excluidos sociais". Porém, os programas criados para qu haja uma maior inclusão desses "excluidos" é que parecem ser muito simplistas, mal formulados ou simplesmente mal executados. Cotas raciais soa como algo tão racista quanto o próprio racismo. Afinal, o que menos temos no país é alguém que não tenha qualquer tipo de ascendênca negra, indigena ou mestiça, que seja. Ou seja, esse tipo de seleção é facilmente burlável.
Não levam em consideração os méritos de cada aluno, por exemplo. Quantos casos não vimos ser noticiados de gente que ficou de fora da Universidade por conta das cotas raciais? realmente é necessário que todos tenham acesso à Universidade Pública, fazendo-a deixar de ser privilégio daqueles que possuem mais recursos. entretanto, o que me parece é que está tentando-se corrigir um erro incorrendo em outro.
Questões desse naipe devem ser melhor estudadas pelo governo antes de serem colocadas em prática, principalmente no que tange às Universidades Particulares. Afinal, é nosso dinheiro de impostos que vai ser usado para financiar tudo isso. Que seja bem usado, então.
Publicado por Morpheus®
em 16:17 Comente aqui: .
Seu computador faz mal a você
Resumo da matéria da Wired: Não fique muito tempo na frente do computador, ou você pode ficar estéril!
Que coisa...
Publicado por Morpheus®
em 04:53 Comente aqui: .
E me desculpem esse bannerzinho chato que deve estar tentando aparecer...
Assim que possível, corrigirei esse incômodo. Deve ser por causa do contador...
Publicado por Morpheus®
em 04:44 Comente aqui: .
E lá se vai mais um blog...
Meu caro Outsider_Z resolveu aposentar de vez o seu bastante conhecido blog Rapadura Açucarada. O que começou como um mero passatempo e brincadeira, se tornou uma espécie de referencial na Internet, principalmente em seu auge, quando Outz postava em seu blog vários scans de histórias em quadrinhos, fazendo-nos ter contato com muito material que NUNCA vai ser publicado aqui no Brasil, ou que simplesmente é encontrado a preços exorbitantes. Afinal, foi pela Internet que pudemos conferir obras (traduzidas por diversos volutários) como Promethea, Liga Extraordinária 2, Terra Obscura, Fables, Frequencia Global, Y - The Last Man, Frank Miller's: Robocop, boa parte das sagas de Authority, StormWatch e do fantástico Planetary e tantas outras em primeira mão.
Mas os links vira e mexe eram apagados, as editoras começaram a chiar, e Outz abandonou os scans. Mas o blog continuou, amealhando mais e mais amigos, falando cada dia mais bobagens, e sendo entupido de links para sites interessantes, bizarros, ou simplesmente com mulher pelada, heheh.
Mas quem acompanhava o blog, notava que, pela quantidade de links que era postada diariamente, Outz estava ficando tempo demais na frente do micro. Segundo ele, isso estava tirando seu contato com o mundo lá fora. E, como ele costuma cortar os males pela raiz, resolveu abandonar o blog. Claro que aqueles que curtiam o blog (eu incluso) não gostaram da notícia, mas se é o melhor para ele, devemos respeitar. Quando a vida virtual começa a nos prejudicar na vida real, é sinal que algo está errado e deve ser corrigido. Cada coisa tem seu tempo, e creio que o do Rapadura Açucarada já passou.
Espero ainda ler uma coluna ou outra assinada por ele no site Sobrecarga. Boa sorte, amigo Eudes.
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em 04:39 Comente aqui: .
Sábado, Junho 05, 2004
Morre aos 93 anos o ex-presidente americano Ronald Reagan
Sempre que ouço falar sobre a Guerra Fria, corrida armamentista, iminência de ataques atômicos e coisas do tipo, me lembro de Reagan. Foi em sua época como presidente que estivemos mais vezes prestes a termos deflagrada uma guerra nuclear com a URSS. Reagan me lembra Batman - O Cavaleiro das Trevas também, pois ele foi retratado na minissérie de maneira bem caricata. Me lembra "Guerra nas Estrelas", não o filme, mas aquele programa em que satélites com aparatos antimísseis eram enviados ao espaço, "protegendo" o solo norteamericano. Me lembra como os anos 80 foram estranhos. Que mesmo os presidentes dos EE.UU. eram vulneráveis a um tiro no peito.
É um mundo estranho...
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em 22:05 Comente aqui: .
O fim do Creed
Não sei se é exatamente uma notícia ruim.
Pearl Jam já existe um, e creio que basta.
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em 21:56 Comente aqui: .
Um segundo de hesitação. Um momento quase fatal.
Morpheus prestava atenção a cada detalhe ao seu redor, afim de poder encontrar uma saída para aquela situação. O rapaz continua a apontar a arma para ele, e seu amigo Neo nada pode fazer também.
Tudo foi muito rápido. Neo parando a moto e chamando Morpheus no portão de sua casa. A rápida conversa. Os dois rapazes se aproximando, um deles com arma em punho. As pessoas passando, fingindo que nada vêem.
Morpheus é revistado. Acham seu celular. O rapaz sem arma ainda tem o cuidado de tirá-lo da capinha e coloca-lo em seu bolso. Neo é obrigado a ligar sua moto, o bandido não consegue dar a partida. Morpheus é mantido sob mira o tempo todo, ouvindo ameaças. A situação lhe parece estranhamente irreal.
A moto é ligada. Os dois bandidos falam pra Morpheus e Neo irem até o final da rua. Um disparo de arma se faz escutar. A moto vai em direção oposta. Morpheus e Neo olham para trás e vêem a moto virar a esquina.
Neo corre para um orelhão, e disca 190. Morpheus vai até sua casa, tranquiliza sua mãe e liga pra seu serviço. Cinco minutos depois, seus companheiros de farda chegam, Morpheus e Neo entram na viatura, e a caçada começa.
Várias ruas percorridas. Pessoas interrogadas. Nada.
Um aviso no rádio da viatura. A PM teria achado a moto num local próximo dali. A viatura vai lá e encontra a moto, sem retrovisores, mas ainda inteira. Dos males, o menor.
O celular está perdido. A vida não. A caçada ainda não acabou.
Parece aqueles contos policiais de Voltaire de Souza nos jornais, mas aconteceu comigo a alguns dias atrás. Situação bem confusa, a ação dos bandidos demorou demais, o que demonstra que eram bem principiantes, mesmo assim conseguiram pegar a mim e meu colega de surpresa.
Certamente não sabiam que eramos Guardas. O alarme da moto desativou a moto, por isso foi encontrada ali próximo, certamente para ser levada por outros, mas tivemos êxito em localiza-la.
Já passei por situações semelhantes, mas nunca tinha sido exatamente roubado. De serviço, já evitei situações semelhantes. É meu trabalho, impedir que as demais pessoas passem por situações semelhantes à que eu passei. É fácil, após a situação ocorrer, você imaginar mil e uma maneiras de ter se safado dela. Mas creio que não estaria aqui escrevendo agora caso tivesse tentado qualquer uma delas. Afinal, não era apenas minha vida em jogo, tinha que pensar no meu amigo e nos transeuntes.
Os rapazes em questão não são daqui, ou provavelmente eu ou alguns dos transeuntes os teria reconhecido. Graças a Deus foi um grande susto, com algum prejuizo. Já tenho um novo celular, e como é da TIM, o número é o mesmo.
Usuários de drogas, com certeza. Não mais do que 20 anos. Crianças que vivem pela espada, e certamente um dia morrerão pela espada.
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em 21:51 Comente aqui: .
Sexta-feira, Junho 04, 2004
Nasceu!!!!
Nasceu anteontem, dia 02/06/2004, a segunda filha da minha amiga Mary Jane. O nome da menina é Natalia, e é muito bonitinha.
Abaixo, as fotos da menina:
Meus parabéns, amiga Mary! Felicidades pra você e sua crescente família.
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em 09:27 Comente aqui: .
Quinta-feira, Junho 03, 2004
Analogia
Cliquem no título acima.
Coloquem uma foto de rosto de vocês, e cliquem no olho direito e depois no esquerdo.. e vejam com quem vocês parecem e postem aqui....
Para mim, saiu que sou parecido com Eddie Murphy, Charles Bronson e Rutger Hauer. hehehehe
http://www.gabitus.com/eng/analogia/2.html
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em 02:03 Comente aqui: .
Aumenta número de reprovados na educação básica
Bem preocupante isso.
Tenho reparado como, ultimamente, o nível cultural da população, pelo menos daqui da Zona Leste de SP, tem decaído com o passar dos anos. Podem até reclamar bastante das escolas públicas, mas muitos desses que cito são alunos de escolas particulares. Aliás, péssimas escolas particulares.
Isso é notório em, por exemplo, cartazes de comércio, que imploram por correções ortográficas urgentes. Já perdi a conta de quantas vezes, mesmo em bairros de classe média, como o Tatuapé, já me deparei com cartazes onde se via escrito "mortandela", "peneus", "mutissarela", "pitza", quilo do assém", e coisa do tipo. Se você parar pra prestar atenção pela cidade, verá que é uma coisa mais comum do que se imagina, infelizmente.
Essa tabela abaixo, em particular, é bem preocupante:
O pior disso tudo é que não existem soluções simples para essa situação ser revertida. É algo que, se o governo começar a se empenhar daqui por diante, vai trazer resultados apenas a longo prazo, e isso não parece que vai ocorrer tão cedo.
A coisa tá dificil...
Publicado por Morpheus®
em 01:56 Comente aqui: .
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