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O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil

Terça-feira, Março 30, 2004

Homem Aranha 2: O Trailer

Vazou na Internet um cam screener (filmagem da tela de um filme) do trailer do Homem Aranha 2. Apesar da qualidade de imagem não ser muito boa (está muito escuro, inclusive), já deu pra sacar que em matéria de ação e efeitos especiais, esse filme tem tudo para superar o primeiro. Atenção, vou fazer um spoiler do trailer:
O trailer começa com Peter Parker questionando-se, como sempre, se realmente vale a pena ser o Homem Aranha, coisa que já cansamos de ver nos quadrinhos. Ao fim de várias divagações, ele larga o uniforme numa lata de lixo e vai embora (outra cena clichê do Aranha).
Nesse meio tempo surge Otto Octavius demonstrando seus impressionantes tentáculos, aparece uma imagem "Caution: Overload in Progress" e ele vira uma ameaça pública. Um garoto pergunta a Peter onde está o Homem Aranha, emergencias aparecem e Peter nada pode fazer. De repente Octopus começa a atacar a cidade, aparentemente sequestra a Mary Jane, e Parker resolve assumir novamente suas teias. Ai então seguem-se várias sequências de luta entre Octopus e o Aranha, e ao final um certo personagem está prestes a descobrir a identidade secreta do Aranha.
Numa qualidade de imagem melhor, certamente fica mais fácil identificar o que acontece nas cenas de ação, já que é tudo muito rápido. Mas já deu pra sentir um gostinho do que está pra vir por ai.
Quem quiser ver um "trailer do trailer" (como batizou o Omelete), basta clicar aqui , e quem quiser ver o trailer, mesmo q seja numa qualidade ruim, clique aqui.
Publicado por Morpheus® em 23:10 Comente aqui: .

Domingo, Março 28, 2004

Nunca escondi de ninguém que dessas cantoras Pop da atualidade, uma das poucas que me agradam é a Britney Spears. Pelo menos seus primeiros CDs são bem legais de se escutar. E, além de bonita, a ex-apresentadora do Clube do Mickey também dança pacas. Cantar...bom, deixa eu pular essa parte... Mas eu acho as musicas dela bastante bacanas.
Mas o ponto forte da Britney, sem dúvida, são suas perfomances ao vivo. Ela sabe como dominar um palco, assim como a Madonna sabe fazer. Pra entender o que estou falando, basta lembrar de quando Michael Jackson e Madonna vieram ao Brasil num curto intervalo de tempo. O show do Michael foi antes, lotou de gente em todas as apresentações e deu todo aquele rolo que todo mundo sabe (o atropelamento de um fã e talz). Alguns meses depois, foi a vez de Madonna se apresentar no Brasil e, apesar de eu nao ter ido a nenhum dos shows, posso afirmar com certeza que, pelo que assisti na TV, o show da Madonna foi infinitamente melhor do que o do Michael. Ela tem mais presença de palco, e aparentemente é nela que Britney Spears acabou se espelhando.
Falo isso porque andei baixando via Kazaa alguns videoclips dela, e realmente a gatinha detona no palco, com direito a beijo da Madonna e tudo! Sem contar alguns comerciais muito bacanas da Pepsi (inclusive o tal de 2001, que foi cortado nos EUA, por ter uma clara provocação com o pessoal da Coca-Cola, a exemplo da nossa guerra das cervejas). Há alguns domingos atrás, foi exibido a mais recente campanha da Pepsi, com Britney Spears (como sempre), Beyoncé e Pink, mais Enrique Iglesias, num comercial inspirado no filme Gladiador, ao som do eterno sucesso do Queen We Will Rock You. Mesmo quem não gosta das três cantoras citadas anteriormente, certamente gostou do comercial, pois ver a galera do Coliseu cantando "We Will Rock You" ficou muito louco. Tem no Kazaa, EDonkey e outros P2P pra baixar.
Publicado por Morpheus® em 12:40 Comente aqui: .

Filme: UnderWorld - A Noite dos Vampiros


Os fãs de RPG vão adorar. O público em geral, nem tanto. O fato é que o universo do filme Underworld segue as regras de tradicionais RPG's de mesa, como Vampire e outros. Assim, alguns elementos tradicionais das histórias de vampiros e lobisomens, como cruzes, e estacas de madeira não tem tanta relevancia na história.
O filme é como uma versão terror de Romeu e Julieta. Numa luta secular, o clã dos vampiros e o clã dos lobisomens vivem em constante guerra, não se valendo apenas de unhas e dentes (literalmente), mas da mais avançada t4ecnologia bélica, em que os vampiros empunham armas cuja munição contém capsulas de nitrato de prata e cartuchos explosivos de radiação ultra-violeta. Nesse ponto, bem high tech.

Uma integrante do clã dos vampiros, Selene (Kate Beckinsale), acaba descobrindo que os lobisomens tem um interesse estranho em um ser humano, e vai investigar, descobrindo nas origens do conflito uma história cheia de traições e reviravoltas.
Apesar do enredo bem interessante, na prática a coisa toda ficou bem irregular. A ação não empolga tanto assim, ora remetendo a Matrix, ora remetendo a Blade, mesmo assim isso não é uma constante no filme. Falta ritmo narrativo, e há um excesso de explicações, tornando o filme cansativo. Mesmo a parte "romântica" da história ficou um tanto quanto forçada, como se fosse uma espécie de obrigação ela ocorrer.
O resultado deixa um pouco a desejar, mesmo o filme não sendo tão ruim assim. O final abre caminho para uma continuação. Quem sabe, agora que já não são necessárias tantas explicações sobre o universo do filme, a coisa não fique bem melhor. É esperar pra ver.

Publicado por Morpheus® em 12:14 Comente aqui: .

Livros: Um andarilho das Américas, de Luis Carlos Pericás

Bom, depois de passar meus ultimos dois meses ampliando meus conhecimentos filosóficos,lendo História da Filosofia da coleção Os Pensadores, parti para uma leitura mais leve e descompromissada. Um colega me emprestou o livro Um Andarilho das Américas, de Luiz Bernardo Pericás, e se trata das andanças do autor pelos diversos países que formam a América do Sul.
Não é o livro mais bem escrito que já li, na verdade ficar lendo o cara relatar quantas bebedeiras ele teve em cada país/cidade, quantas mulheres ele paquerou/transou ou quantas vezes ele vomitou nas viagens não faz muito meu gênero de literatura. Mas o destaque positivo desse livro é justamente outro.
Já pararam um pouco para pensar o quão pouco conhecemos da história ou mesmo qualquer coisa a respeito dos países vizinhos ao Brasil? Creio que o máximo que temos conhecimento é sobre a Argentina, Paraguai, um pouco do Chile, Uruguai, e mais nada. Arrisco dizer que, fora o pessoal do meio acadêmico, político e jornalístico (e pessoas que não tem preguiça de ler as notícias internacionais dos jornais), a maior parte das pessoas tem uma visão parecida com a dos europeus/norte americanos, de que a América do Sul só tem índios, gente suja, selva e vive em constantes guerras. A maior parte das notícias que chegam até nós pela mídia tem mais ou menos esse teor.
Não me excluo do rol das pessoas com conhecimentos esparsos sobre a América Latina. E nesse ponto foi ótima a leitura do livro de Pericás, pois ele discorre um pouco sobre a realidade e os costumes desses países tão próximos, e ao mesmo tempo tão distantes. Dá pra notar que não são tão diferentes do Brasil, em diversos aspectos, mas possuiem, aparentemente, um senso político bem mais apurado, talvez por sofrerem mais com os ditames da cena política do exterior, que sempre cria mecanismos de controle, direto ou indireto.
Não são muitos, atualmente, que sabem da importância que Che Guevara teve para a consciencia política da América do Sul, pois no Brasil seguimos um modelo de pensamento influenciado pelos EEUU. Mas é importante conhecermos nossas raízes, e conhecermos o que ocorre ao nosso redor. Quer viajar sem gastar muito? Leia livros!
Publicado por Morpheus® em 12:03 Comente aqui: .

O game sensação da Internet!


Como surgiu essa febre, ninguém sabe, ninguém viu. O joguinho é estupidamente bobo, mas vicia. E faz um tremendo sucesso.
Claro que estou falando do Yeti Sports, mais conhecido com o Jogo do Pinguim. Nele, vc eh um Yeti (tipo um abominável Homem das Neves), com um tacape, e tem que acertar um pinguím que cai do alto de um morro. E torcer para marcar a maior pontuação possível.
Na internet correm várias variantes desse jogo, como o Pinguim na Lua (ele pode ser atirado bem mais longe), sem gravidade (vc mal acerta ele e demora horas para ele cair), num campo minado, uma versão gore (o pinguim morre quando chega ao chão) e outras.
Mas a versão original pode ser encontrada no site abaixo. Divirta-se.
http://yeti.e-medien.com/index.html
Publicado por Morpheus® em 12:00 Comente aqui: .

O mundo acabou e ninguém me avisou?!??!


Publicado por Morpheus® em 11:56 Comente aqui: .

Quarta-feira, Março 24, 2004

As loucas baladas dos paulistinhas endinheirados

Fiquei sabendo dessa reportagem pelo newsgroup da Trollnet. A princípio, parece se tratar de mais um desses hoax que correm pela Internet, mas depois de se ler cuidadosamente esse texto, nota-se que apesar do tom sensacionalista da matéria, ela parece tratar da mais pura realidade.
Como não faço parte do restrito círculo dos "Podres de Rico" (estou mais para o amplo círculo dos "Podres de Pobre"), a impressão que me passa é de que a realidade em que pessoas dessa estirpe vivem é, sem dúvida, à parte da maior parte das pessoas, não por não conhecer esse mundo aqui fora, e sim por simplesmente nega-lo. Como li num dos comentários no site da AOL, essas garotas tem sim um objetivo na vida, que é o de tentar chegar aos vinte e cinco anos.
Como acho que essa uma matéria que merece ser lida, reproduzo-a abaixo, na íntegra. A matéria é longa e a fonte é a AOL :

Ecstasy, cocaína, maconha, champanhe, sexo grupal e muita arrogância. A reportagem da AOL acompanhou uma balada da "Geração $", formada por filhos da alta sociedade paulistana

Por Rodrigo Brancatelli

A estudante de Administração Nicole*, de 21 anos, estará daqui a algumas horas desmaiada no quarto 231 do Hospital Alvorada, na zona sul de São Paulo, com a sua calça Gucci suja de vômito e com um cateter na veia por meio do qual ela receberá altas quantidades de glicose para rebater o efeito do excesso de álcool. Nicole mal irá se lembrar de, no espaço de horas, ter fumado dois cigarros de maconha, tomado um ecstasy na forma de coração e outro na forma das orelhas do Mickey Mouse, bebido uma garrafa inteira de champanhe Möet et Chandon e ter feito sexo com dois garotos que nunca viu na vida.
"Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos", diz a garota, filha de um conhecido empresário do ramo têxtil. "Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar cocaína até meu nariz sangrar. E não me importo com a sua opinião moralista, típica da classe média. Tenho dinheiro suficiente para não me preocupar com você ou com mais ninguém. A minha felicidade está na minha conta bancária", dizia ela ao repórter enquanto se preparava para a balada.
Nicole faz parte de uma geração escancaradamente frívola e preconceituosa, formada por filhos de gente muito rica. É a "Geração $", como eles gostam de se definir. Têm a vida inteira pela frente e nenhuma preocupação com assuntos que assombram outras pessoas, como falta de dinheiro ou necessidade de escolha de uma profissão para ganhar a vida. Não há limites para eles. O que mais querem é curtir a juventude com o que acham que têm direito, incluindo drogas, sexo e uma boa dose de sentimento de superioridade.
"Eu sou o tipo de pessoa que os pobres e a classe média odeiam porque posso torrar R$ 5 mil em um vestido para usar apenas uma vez e depois encostá-lo no armário", diz Nicole ao repórter. "Não consigo ficar assistindo tevê em casa ou trabalhando em algum escritório estúpido na frente de um computador. Estou acima disso tudo. O dinheiro dos meus pais me possibilita curtir a vida sem preocupações e sem falsos moralismos".
Enquanto fala da vida, Nicole manda o motorista do seu Mercedes preto se apressar. O relógio Armani no pulso, avaliado em R$ 2 mil, avisa que já passa das 23h e todos seus amigos devem estar esperando furiosos na frente da Disco - conhecida como a balada mais cara e restrita de São Paulo, no bairro de Vila Olímpia, zona Sul da cidade. É sábado à noite, e a noite de São Paulo nem imagina o que Nicole e seus endinheirados colegas vão aprontar.
"Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha calça Gucci", brinca a garota com os amigos ao descer do carro. "Definitivamente não dá para confiar em pessoas de cabelo pixaim." Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro e que mantém apartamento em São Paulo para temporadas, ri escandalosamente da observação da amiga Nicole. Além de compartilhar da visão do mundo, as duas são fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. "Empregada é uma droga mesmo", diz a carioca de 20 anos que largou recentemente a faculdade de Publicidade e ainda não decidiu o quê estudará a seguir. Ela veste um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. "Todas as empregadas são ignorantes. É por isso que elas têm de ganhar salário mínimo."
Fernanda está acompanhada de mais três meninas que aparentam ter a mesma idade e de dois garotos já mais velhos, com mais ou menos 25 anos. Todos têm pais ilustres ¿ duas são filhas de empresários bem sucedidos, a outra é herdeira de um fazendeiro do interior paulista, o garoto loiro é filho de político. Apenas um deles é uma incógnita. Seu nome é Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discussão pelos colegas. "Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. Não precisou explicar de onde vem para ser incluído na turma" explica Nicole.
A fila na frente da Disco começa a aumentar, mas uma nota R$ 50 na mão do segurança é o suficiente para que Nicole e seus amigos a furem. A entrada custa R$ 70 para homens e R$ 35 para mulheres, mas eles desembolsam mais R$ 100 cada um apenas para ter direito a sentar em uma mesa. "Somos VIP's, merecemos tratamento diferenciado", diz Fernanda, enquanto abre uma garrafa de champanhe Möet et Chandon - a primeira de sete que serão consumidas na noitada.
Ali na mesa, fica mais fácil para Carlos disfarçar uma carreira de cocaína que prepara na frente de todo mundo. Os amigos brincam que ele tem o nariz nervoso, não consegue ficar um dia sequer longe do pó. Fernanda percebe o gesto e corre para filar um pouco da droga enquanto Nicole, do outro lado da balada, amassa a roupa cuidadosamente escolhida com um rapaz mais velho que acabara de encontrar. Dias depois, procurada pela reportagem da AOL, a direção da Disco, por meio da assessoria de imprensa, diria que os clientes pegos com drogas no interior da casa são colocados para fora.
Depois de duas horas e R$ 890 gastos em bebidas, o grupo decide deixar a balada e procurar algum outro lugar para terminar a noite. Ou melhor, para começá-la de fato. "Vamos para a minha casa, hoje não tem ninguém lá, meus pais estão viajando", sugere Fernanda. "Podemos comprar umas bebidas, ligar para uns amigos e fazer a festa lá mesmo. Com quantas pessoas será que eu vou transar hoje?"
A idéia de Fernanda até que foi comportada para os seus padrões. Da última vez que convidou os amigos para ir até a sua casa no Jardim Lusitânia - uma mansão na zona Sul de São Paulo com três salas, sete quartos, duas cozinhas, um pátio que se derrama na parte dos fundos com a piscina, uma edícola destinada aos hóspedes dos donos da casa e, num canto, um canil, abrigo de três cães, dois deles belíssimos huskies siberianos ', ela pagou três prostitutas e dois garotos de programa para animar a reunião. De outra vez, fez uma vaquinha e comprou 100 gramas de cocaína. Tudo foi consumido na mesma noite. Os amigos da garota contam que ela, numa das baladas que deu, fez sexo com três amigos de infância na piscina, ao mesmo tempo, enquanto os vizinhos viam e ouviam tudo.
São quase três horas da madrugada e as pajeros, mercedes e BMW's começam a se enfileirar na porta do número 482. Em pouco tempo, há cerca de 25 jovens no local. Todos da turma são muito parecidos - os garotos vestem camisa de algum estilista famoso e caro, Herchcovitch, Sommer ou Haten, e calça jeans igualmente exclusiva, mas que pareça estar bem suja. Já as meninas só usam preto, sempre de marca estrangeira, e não desgrudam de suas bolsas Louis Vuitton abarrotadas de ecstasys, maconha e, eventualmente, camisinhas.
Fumaça de charuto e música eletrônica tomam conta da sala principal da mansão de dois andares. Para deixar as meninas mais "soltinhas", os garotos preparam um drink especial com vodca, suco em pó light e comprimidos de ecstasy picados em pedacinhos microscópicos. Quando elas se derem conta, já estarão dançando coladinhas e dando beijos calientes umas nas outras, no meio da sala decorada com uns poucos móveis antigos, de estilo europeu.
Para a maioria delas, não faz a menor diferença saber se tomaram drogas misturadas à bebida porque a intenção é ficar doidas mesmo. "Essas garotas aí estão loucas para dar", aponta o estudante de Administração Thomás, de 22 anos, herdeiro de um médico famoso e amigo de longa data de Fernanda. "A única coisa que elas têm para fazer na vida é gastar o dinheiro da família. As mais novas, aliás, são as mais danadas. Eu, por exemplo, transei com muita menininha filha de "sei-lá-quem" dentro do meu Civic ou em banheiros de baladas. Já "tracei" muitas Lolitas Pilles por aí.
Thomás se refere à escritora francesa de 19 anos, que chocou o mundo ao descrever tudo o que se passa no mundinho milionário de Paris no seu livro de estréia, Hell. A tradução em português chegou às livrarias do Brasil no final de 2003 e vem ocupando lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Nascida em berço de ouro e patricinha assumida, Lolita Pille passou boa parte de sua vida torrando o dinheiro dos pais nas lojas mais caras da capital francesa, desrespeitando regras de trânsito, enchendo a cara em hotéis de luxo e dançando até de manhã nas boates da moda.
Quando se cansou da farra, a garota escreveu 224 páginas denunciando a sua geração da forma mais crua possível. A galera endinheirada de Paris não perdoou. Lolita Pille passou a ser barrada nas baladas VIP's. "A 200 km/h pelas ruas de Paris, onde não é bom caminhar quando estamos no volante, misturamos álcool com cocaína e cocaína com ecstasy", escreve. "Eu sou um produto da Think Pink Generation. Minha crença: seja bela e consuma. Sou a musa do deus 'Aparência', sob o altar do qual eu queimo alegremente todo mês o equivalente ao seu salário".
Os relatos de Lolita poderiam muito bem ter sido escritos pela paulistana Nicole, pela amiga Fernanda, ou por qualquer uma das meninas que dançam e se beijam sem blusa na sala de estar da casa de piso de mármore claro do bairro paulistano de Jardim Lusitânia. "Entrei numa boate aos 14 anos e nunca mais sai", confessa a escritora francesa em Hell, numa de suas muitas tiradas infanto-niilistas. "De qualquer maneira, o que fazemos é vergonhoso. (...) E daí? É você quem paga a conta? Enfim, por hora está bom para mim. Minha única preocupação é o vestido que vou usar hoje..."
O uso de drogas na mansão de Fernanda é tão disseminado que até cinzas de cigarro chegam a ser confundidas com cocaína. Num canto da sala, três caras dividem uma pedra de ice, droga sintética, derivada da anfetamina, que parece um cubo de gelo, sem se importar com a presença de um estranho, o repórter da AOL. Noutro, duas adolescentes que não aparentam ter mais de 15 anos cheiram B-25, ou cloreto de metileno, mais conhecido como cola de acrílico. E isso sem falar nas cápsulas de efedrina, de efeito estimulante, oferecidas como se fossem balas de goma.
Nicole, então, já usou e abusou de tudo nesta festa. E mesmo assim ela ainda quer mais. Em uma só tacada, engole dois comprimidos de ecstasy que estavam jogados em cima da bancada americana, plantada no meio da espaçosa cozinha principal, toda equipada com eletrodomésticos em aço inox. Um comprimido é rosa na forma de coração e o outro azul na forma das orelhas do personagem Mickey Mouse. "Tô bem, tô bem, ainda tô sóbria", balbucia, pouco antes de tropeçar em uma cadeira e cair estatelada no chão.
Dois caras levantam Nicole e carregam o seu corpo praticamente inanimado para uma das suítes do primeiro andar da casa. É o quarto dos pais de Fernanda. Nicole acorda e puxa os dois garotos desconhecidos para a cama, tira as calças e começa a fazer sexo sem se preocupar com os olhares curiosos dos que estão olhando pela porta aberta. O show não dura muito tempo " minutos depois, Nicole levanta correndo e tenta chegar até o banheiro. Em vão. Ela acaba vomitando em cima de um dos garotos, no piso de mármore. Vomita tanto que sai até bile.
"Sério que eu fiz tudo isso mesmo?", perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto 231 do Hospital Alvorada. O braço direito até dóia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda só tinha forças para responder afirmativamente com a cabeça. "Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. Fê, você tem certeza que não foi um plantonistazinho de merda que me atendeu? Porque esses residentes não sabem de nada, ganham uma merreca... Não posso ser atendida por um imbecil qualquer."

Publicado por Morpheus® em 22:02 Comente aqui: .

Pixies no Curitiba Pop Festival

A banda Pixies, mais conhecida no Brasil pelo seu megassucesso "Here Comes Your Man", é a atração mais aguardada do Curitiba Pop Festival (CPF). Prova disso é que os 2000 ingressos postos à venda simplesmente se esgotaram em apenas 4 horas. Mais mil ingressos foram vendidos pela internet e, além de esgotarem em apenas 20 minutos (!!!), congestionaram os servidores do site do festival, e deixou milhares de pessoas, tanto brasileiros, como latino americanos e até mesmo norteamericanos indignados e furiosos. Aparentemente tem gente no Mercado Livre vendendo um desses ingressos por módicos 1800 reais (o ingresso mesmo custou uns 80 reais)...
Se a banda é tão boa assim? Bom, no circuito underground, pode-se dizer que o Pixies foi a banda mais importante dos anos 90, tendo uma relevancia no rock semelhante ao Nirvana e Sonic Youth, por exemplo, mas com bem menos divulgação. O grupo possui 4 CDs, gravados entre 1988 e 1991, quando foi desfeita, e seus integrantes partiram para projetos solo. Kim Deal, baixista e vocal, foi atração do Curitiba Pop Festival ano passado, com sua banda Breeders, e simplesmente levou o publico ao delírio ao tocar seu grande sucesso, Cannonball. Frank Black, guitarra e vocal, partiu pra carreira solo, não sendo tao bem sucedido. Recentemente os quatro integrantes do Pixies resolveram voltar a tocar juntos, e escolheram justamente o CPF para isso, o que explica em partes o porque dessa megaprocura por ingressos. Afinal, não é sempre que se vêem lendas do rock pelas terras brasilis.

Publicado por Morpheus® em 03:40 Comente aqui: .

Fracassa nova tentativa do cantor Belo de fazer shows fora do Rio

E ainda tem alguém que vá assistir esse cara? Estou realmente impressionado...
Publicado por Morpheus® em 03:17 Comente aqui: .

A perda de poder e a evasão de direitos autorais na Web

Texto bastante interessante, analizando de maneira bastante fria a situação atual da industria fonográfica. realmente a coisa toda ficou muito monolitica, e não se foi levado em conta os avanços tecnológicos, principalmente no que tange ao peer to peer. Lembro que, a vários anos atrás, a maior preocupação das gravadoras eram as fitas cassete piratas, uma vez que LP's piratas existiam, mas não eram tão simples assim de serem produzidos.
Sou da opinião que ainda dá tempo da Industria Fonográfica bolar maneiras de se enquadrar na nova realidade que está por vir, pois caso contrário estaremos a beira de uma tremenda crise musical, afinal de contas, bem ou mal, ainda se depende das gravadoras para que os artistas possam lançar e divulgar seus trabalhos.
Publicado por Morpheus® em 03:15 Comente aqui: .

Domingo, Março 21, 2004

Corel aposta no WordPerfect para voltar a crescer no Brasil

Na boa, mas WordPerfect é uma verdadeira merda pra se mexer. Os menus são confusos, os recursos são bem limitados quando comparados com o Microsoft Office, a interface não é tão amigável quanto parece, enfim...
Por que digo isso? No meu serviço, recebemos ano passado um micro Pentium 4 com Windows XP e WordPerfect instalados. Trabalhamos muito usando tabelas em nossos documentos, e converter arquivos do Word e Excell para serem usados nos respectivos similares do pacote da Corel logo de cara provou ser uma má idéia, pois a formatação foi quase toda perdida, obrigando-nos a recriar vários formulários no Corel WordPerfect. Manipula-los provou ser outro calvário. O Quattro (planilha de dados estilo Excell) já se mostrou bem mais prático para se usar, tendo alguns recursos mais à mão do que o Excell (pelo menos para o que usamos no meu serviço), mesmo assim sofre o mesmo problema de formatação na hora de converter arquivos do Excell. Pra vocês terem uma idéia, acabei propondo (e o pessoal lá do serviço aceitou prontamente) instalarmos o OpenOffice, que apesar de nao ser um "Microsoft Office", é bem mais "usável" do que a suíte da Corel, além de ser gratuito. Não me arrependi nem um pouco, minha única reclamação é de não haver no mercado nenhuma planilha de banco de dados gratuita e compatível com o MS Access.
A versão em português do OppenOffice está disponível nesta página, e possui versões tanto para Windows quanto para Linux.
Publicado por Morpheus® em 15:37 Comente aqui: .

Saturday Morning Cartoons' Greatest Hits


Quem tem mais de 25 anos e teve uma infância razoavelmente televisiva, lembrará com certeza de várias músicas contidas nessa coletânea, em que diversos artistas interpretam temas famosos de vários desenhos animados antigos, como Hong Kong fu, Speed Racer, Gigantor, Josie e as Gatinhas e vários outros. Lançado em 1995, Saturday Morning Cartoons' Greatest Hits ficou mais conhecido pela ótima versão da música tema do Homem-Aranha, interpretada de forma inegualável pelos lendários Ramones (porra, só estou reproduzindo aqui o que tenho lido em vários sites, os Ramones agora são lendários, quem diria). Mas tem várias outras bastante legais, como Liz Phair interpretando a música tema do programa Banana Split, Matthew Sweet com o tema de Scooby Doo, Helmet com o tema de Gigantor e alguns outros. Confesso que muitos desses temas eu não conheço, talvez sejam de desenhos que não foram muito exibidos por aqui, ou mesmo podem ter ficado bem diferentes em suas novas versoes. Mas as que eu mais gostei foram a já lendária "Spider Man" dos Ramones, Sublime cantando "Hong Kong Phooey" e Frente! com "Open Up Your Heart and Let the Sun Shine in", muito bacaninha. Só faltou mesmo, na minha opinião, a música tema do Cattanooga Cats (que no Brasil se chamou "Turma da Gatolândia", e que tinha o famoso desenho do carneirinho que vivia gritando "É o Lobo, é o Lobo!"), que tinha um ritmo bem legal: "Jabba-da, jabba-da, hey ja-ba-da..."
Vale uma conferida.

Atualizado: "Open Up Your Heart and Let the Sun Shine in" é uma música do desenho dos Flintstones, em que Fred sonha com Pedrita e Bam-Bam cantando e fazendo sucesso. Não me lembrava disso.
Em tempo: o que o tema de Ren & Stimpy (a ultima do CD) tá fazendo ai?
Publicado por Morpheus® em 15:36 Comente aqui: .

"Tudo piorou" após a guerra, diz chefe de ONG

Ultimamente tenho lido vários artigos em revistas e jornais, matérias esparsas e coisas assim, mas que no fim tem apenas um único assunto: analizar as vantagens e desvantagens que adviram dessa "Guerra Petrolífera" de George W. Bush, e só tenho lido comentários negativos, não só para a imagem dos EUA no exterior (não que ela um dia venha a ser boa), como para a segurança mundial (as explosões dos trens em Madri, na Espanha são uma pequena prova disso), ou mesmo para essa "democratização do Iraque", em que morreram mais soldados americanos e de outros países tentando manter a "paz" do que na guerra propriamente dita. É fácil exibir na TV imagens do povo iraqueiano comemorando nas ruas a queda do Saddam Russein, mas o que estamos vendo na prática não é bem isso. Ao meu ver, o Iraque, apesar de ter novos dirigentes (bonequinhos do Bush), uma nova constituição e tudo, se tornou um barril de pólvora ainda pior do que antes. E essa obtusa demonnstração de poder dos EUA só serviu para que novos inimigos, ainda que não declarados ou aparentes, surgissem no cenário mundial. Afinal, quem elegeu os EEUU de xerifes do planeta Terra. É a velha máxima, quem está lá embaixo sempre quer derrubar quem está lá em cima. Realmente não consigo enxergar um cenário muito positivo para o mundo num prazo de dez anos ou mais. temo que, mesmo que não tenham sido realmente os responsáveis pelas tragédias do World Trade Center e das explosoes dos Trens na Espanha, Bin Laden e o Al Qaeda logo vão se fazer notar. E o pior é que sempre alguém acaba pagando o pato.
Por que a paz é um caminho tão difícil de ser trilhado?
Publicado por Morpheus® em 15:35 Comente aqui: .

Até agora, programa de Lula criou só 1 emprego no país

Parece piada isso ai, mas a coisa é séria. Esse programa "Primeiro Emprego" foi uma das promessas de campanha do Presidente Lula, e até agora não se viu nada de concreto, tanto nesse caso como no programa "Fome Zero", tão propalado como a solução da fome nos Estados mais pobres. Fernando Henrique tinha razão quando disse que quando se está de fora, é fácil criticar, mas quando se está no poder, é que se sente de verdade as dificuldades inerentes ao cargo. Lula está se queimando aos poucos com essas pequenas mancadas, sem contar que as inúmeras viagens feitas pelo nosso presidente são motivo de constantes chacotas nos meios televisivos. Não estou dizendo que ele é uma má pessoa, muito pelo contrário, mas é como se eles estivesse sentindo na pele todas as críticas que fez aos antigos governantes no passado. E, sejamos sinceros, ele não fez nada de tão diferente até agora, a impressão que dá é que o governo de Fernando Henrique Cardoso está prosseguindo, não que eu esperasse uma mudança radical de procedimentos, mas não só eu como muita gente por ai certamente esperava um pouco mais do que estamos vendo até agora.
Ainda temos mais dois anos de governo Lula pela frente, quem sabe a coisa toda não melhora um bocadinho?

Publicado por Morpheus® em 15:35 Comente aqui: .

Tosco Games

Pra quem tá afim apenas de joguinhos simples, e não se importa que eles deixam muito a desejar nos quesitos jogabilidade, gráficos ou mesmo coerência (!!!), ai vão três pérolas gamisticas da Internet:

Street Chaves - Imaginem os clássicos Street Fighter, Fatal Fury e The King of Fighters protagonizado pelos personagens da cult série Chaves (caraca!). Pois foi o que um programador em Delphi fez, e o resultado, se não é o mais jogável de todos, ficou bem divertido, lembrando muito Mugen (uma engine para criação de jogos de luta 2D caseiros), ainda mais quando ouvimos Dona Florinda gritando "Spinning Bird Kick" (golpe da Chun Li), ou o Professor Girafales soltando um "Tiger Uppercut" (típico do Sagat). Ficou bem engraçado.
Clique aqui para baixar as partes do jogo. Depois é só descompacta-las numa mesma pasta e mandar ver. Nessa mesma página tem vários outros games com a turma do Chaves, como o Madruga Goes Home, Madruga from Mars e Super Magro World, todos com o Seu Madruga. Mesmo toscos, são bem melhores que aquele Chapolim vs Drácula que saiu para Master System no século passado...heheh



Castlevania: Symphony Of Destruction - Outro jogo estilo Mugen, mas desa vez baseado na engine de um game chamado Beats of Rage. Ai alguém me pergunta "E o que ser issa?". É uma versão em DOS do game do Sega Mega Drive/Genesis Streets of Rage, mas com os personagens substituidos pelos lutadores do game The King of Fighters. Poré, em Symphony of Destruction, são utilizados os personagens do Castlevania: Symphony of the Night do Playstation, ou seja, você pode usar Alucard, Ritcher Belmont e Maria contra as hordas de Drácula no melhor estilo Final Fight. O jogo não está completo ainda, mas já é possível baixar demos para PC e Dreamcast. Pelo pouco que joguei, o jogo ainda tem muito o que melhorar. A parte sonora está porca (apesar que adorei a idéia de se usar a trilha sonora do Castlevania: Ressurrection, game cancelado do Dreamcast), há graves saltos de frames, a resolução é muito baixa, cenários bem pobres, todas as 4 fases do demo só tem um único Boss (o cão demoníaco Cerberus, do Castlevania: Bloodlines do Genesis), enfim, tá bem ruinzinho. Vale mais como curiosidade.

Publicado por Morpheus® em 15:21 Comente aqui: .

Falando de Games...

Não sou muito fã de jogos de futebol, apesar de já ter comprado os FIFA 2002 e 2003 para PC, quem mais joga esse tipo e game por aqui é meu irmão, não eu. Basicamente não vejo muita graça, além de me enrolar todo para saber onde está meu jogador. Porém, a alguns meses atrás, baixei via Bittorrent o tão comentado Winning Eleven 7, famoso jogo de futebol para Playstation 2, em sua versão PC conhecida como Pro Evolution Soccer 3. Olha, até eu que não gosto muito fiquei babando com a jogabilidade, os gráficos (bem superiores ao FIFA), a movimentação em campo, a parte sonora (apesar da narração estar em inglês). Me arrisquei em algumas partidas contra o micro, apesar da minha falta de habilidade ser notória - cada vez que eu levava dois gols, iniciava uma nova partida contra uma seleção diferente.
Porque não joguei esse game antes? Minha placa de vídeo é uma Geforce4 Mx 440, ou seja, PES3 é altamente jogável, mas nao fica tão bom quanto numa Radeon 9600 ou Geforce FX. encurtando a história, o campo ficava cheio de listras estranhas no meio, o que desanima qualquer um de jogar. Felizmente, no site da Konami, já existe uma atualização corrigindo isso, e caso seu jogo seja "alternativo" como o meu, basta pegar um "remedinho" no GameCopyWorld que tá tudo resolvido. Também é altamente recomendável usar um Joypad de PSX, afinal é um jogo de Playstation.

Publicado por Morpheus® em 15:15 Comente aqui: .

# Não estranhem as poucas postagens que tenho feito ultimamente no blog, realmente ando sem muita inspiração para escrever algo por aqui. Chego do trampo, faço uma coisa ou outra, e logo vou dormir. Novidades pra se postar por aqui nunca faltam, mas e a coragem para ligar o micro e escrever? Mas não se preocupem, não abandonarei isso aqui assim, fico até impressionado com a quantidade de visitas que o blog tem tido, thanx a lot!
Em meu serviço, estamos em expectativa de mudanças. As instalações lá da base deve mudar para a COHAB, coisa que o pessoal já aguarda a pelo menos dois anos. Parece que dessa vez sai, enfim, estamos cansados de tomadas que soltam faiscas a torto e a direito em dias de chuva....

# Dica para vocês que querem ter um PC mais saudável:
Não basta fazer Defrag, Scandisk, SpeedDisk (para que usa o Norton), passar antivirus, antispywares e talz... a limpeza do próprio Pc também eh funcamental para um bom funcionamento do mesmo. eu já perdi a fonte desse mixcro devido à excesso de poeira dentro da mesma, e com apenas alguns cuidados poderia muito bem ter evitado esse gasto extra. Não basta apenas tirar a poeira de cima do micro, o negócio é desmontar a máquina e limpa-la por dentro, se possível.bOntem mesmo passei o dia limpando meu teclado, não apenas passado uma escova entre as teclas ou algo assim, e sim limpando de verdade, desmontando todo o teclado, limpando tecla por tecla e me enrolando todo para colocar-las de volta à sua disposição original (acreditem, não é tão simples quanto parece, mas também não é um bicho de sete cabeças). Depois de uma boa limpeza, dá até a impressão de estar usando algo novo, legal isso

Publicado por Morpheus® em 15:13 Comente aqui: .

Sexta-feira, Março 12, 2004

Depois reclamam que não participo de conversas que envolvam 90% da programação televisiva.
Assisti por uns 10 Minutos o Big Brodi da Globo e, enquanto os participantes do programa estavam vestidos de havaianos (pelo menos foi o que me pareceu, no meio de umas pedras aparece uma cobra, não muito grande, mas que uma das participantes jurou ser uma jibóia (seguida pelos outros participantes de todas as piadinhas possíveis sobre cobras). Pelamordedeus, tem alguém nesse Universo que por algum momento acreditou que aquele bicho entrou dentro daquele cenário por acaso? Sem contar que o programa é ridículo bagarai.
Publicado por Morpheus® em 02:44 Comente aqui: .

Parabéns, Evaneide!

Sei que, provavelmente, ela nunca vai ler isso que vou escrever agora (ela não costuma acessar a net), mas quero deixar aqui minhas felicitações à minha eterna parceira de serviço e amiga Evaneide, que há algumas semanas atrás se tornou mãe pela segunda vez, dando à luz à pequena Giovanna. Sei que ela desejava demais ser mão novamente, e espero realmente que ela esteja bastante feliz ao lado de sua família. Felicidades.
Publicado por Morpheus® em 02:37 Comente aqui: .

Como mudar sua vida lendo "O Cavaleiro das Trevas"

Como disse o Sr. Yeoman, um dos posts mais interessantes que já li.

Publicado por Morpheus® em 02:10 Comente aqui: .

Atentados contra trens em Madri deixam 192 mortos

Hoje não era exatamente um dia em que eu estava a fim de atualizar o blog, mas essa notícia deixa qualquer um indignado, e não podia deixar de registrar isso aqui. Já não bastam as guerras causadas pelos interesses financeiros mais mesquinhos, mesmo assim somos obrigados a tomarmos ciencia de atos de barbaridade como esse. Milhares de pessoas saindo para trabalhar, e uma desgraça dessas acontece. Um cara que simplesmente bola um troço desses certamente não tem Deus no coração.
Publicado por Morpheus® em 02:06 Comente aqui: .

Domingo, Março 07, 2004

Pra quem curte jogos em Flash...

...recomendo o site 2 Flash Games. Tem alguns joguinhos muito bacanas por lá. Recomendo o Ganguro Girl 1.5 (simulador de namoro) e o Mario World: Overrun (tiro). Já adicionei na barrinha lateral ai do blog.
Publicado por Morpheus® em 21:35 Comente aqui: .

E, definitivamente...

...não gostei do The Love Bellow, do Outkast. Chato. Sem graça. Repetitivo. O primeiro, Speakerboxxx, tem muito mais energia.
Publicado por Morpheus® em 19:47 Comente aqui: .

Momento Belle & Sebastian

Abaixo, a letra da minha música preferida do novo álbum deles, Stay Loose (e não, não vou traduzi-la. Ela já é pegajosa demais sem tradução - escutem a música e entenderão pq):

I was choking on a cornflake
You said 'Have some toast instead'
I was sleeping maybe three hours
You said 'You should get to bed'
I was waiting at the church door
For the minister to show
I was looking at the new year
You said 'Walk before you crawl'
I was feeling like a loser
You said 'Hey, you've still got me'
I was feeling pretty lonely
You said 'You wanted to be free'
I was looking for a good time
You said 'Let the good times start'
With a quiver of your eyelid
You took on someone else¿s part
Maybe I'm a little greedy
You said 'Think before you speak'
Sometimes I'm a little seedy
You said 'Everyone is weak'
Now I feel a little better
Is there something I can do?
But I never heard the answer
I never had a clue
But what about me
I don't really see
How things will improve
If all you want is to stay loose
There's a little echo calling
Like a miner trapped inside
If I tell her of this moment
She will in me doubts confide
And she's on me like a blanket
Like a stalk of wilting grass
I'm not sure about her motives
I'm not sure about her past
But my faith is like a bullet
My belief is like a bolt
The only thing that lets me sleep at night
A little carriage of the soul
If it starts a little bleaker
Then the year may yet be gold
Happiness is not for keeping
Happiness is not my goal
But what about me
I don't really see
How things will improve
If all you want is to stay loose
But what about them
You play mother hen
To a gaggle of gangling youth
All you want is to stay loose
I was living through the seconds
My composure was a mess
I was miles from tenderness
It was dark outside, the day it was lying in pieces
Everything is flat and dreary
I couldn't care what's in the news
Television is the blues
Television is hysterical laughter of people
And I know it could be me
I'm always asking for more
I keep running round in circles
I keep looking for a doorway
I'm going to need two lives
To follow the paths I've been taking

Publicado por Morpheus® em 19:43 Comente aqui: .

E, pelo andar da carruagem, logo logo esse blog também vai acabar se mudando, ou fechando de vez. Eu é que não vou assinar Globo.com por causa do Blogger, ou por BigBrody, ou qualquer porcaria dessas.
Bom, eles tem que faturar de alguma forma, não?
Publicado por Morpheus® em 19:37 Comente aqui: .

Se tem uma coisa que eu, definitivamente, perdi o tesão de fazer, é assistir televisão. E olha que nesses dois ultimos dias, sem ter o que fazer em casa, bem que tentei, mas não tenho mais saco pra isso. Dá pra contar nos dedos de uma mão só as coisas que ainda assisto, fora os telejornais. No horário das 8, hora da novela da Globo, gosto de assistir Seinfield, no canal 21. Quando estou em casa à tarde, assisto The Nanny (só seriado velho). Vez ou outra assisto Turma do Gueto na Record (pelo menos tento), mas acho que a produção meio que se perdeu com tantas trocas de atores (se bem que chamar Netinho de ator é sacanagem).
Algumas vezes eu quase chego a achar graça no Bob Esponja, e ainda tenho paciencia pra assistir X-Men Evolution e Liga da Justiça. Mas a maior parte do tempo o que eu faço mesmo é ligar um rádio, botar um CD pra rodar, ou mesmo pegar um livro ou revista pra ler. Nada contra quem gosta de assistir televisão. Cada um tem o hobbie que lhe agrada....

Publicado por Morpheus® em 19:33 Comente aqui: .

Jukebox

Trilha sonora diferenciada tem frequentado meus arquivos de MP3 ultimamente no meu micro. Sou do tipo que adora ouvir algo diferente, por isso muito do que vou citar abaixo apenas eu tenho saco para escutar. Não que tenha algo errado na música mainstream, mas diversificar é sempre bom.

- Offspring - Splinter - Offspring possui três albuns que eu considero essenciais para uma trilha sonora Punk/Rock/Pop: Smash, Ixnay for a Hombre e Americana, os três muito bons. conspiracy of One faz você pensar "Pow, de novo?", e isso fica mais evidente em Splinter, o album novo dos nerds metidos a roqueiros. Não há nada de novo no som dos caras, na verdade, creio que esse é o album mais fraco da banda, nenhuma letra pegajosa, nenhuma melodia marcante, nada. Você esquece das musicas que acabou de ouvir 5 minutos depois do album acabar. Esqueçam.



- The BellRays - The White, Black and Red - Imaginem The Stooges com Tina Tuner nos vocais, ou seja, uma banda de rock quase Stoner (estilo system of a Down, ou quase), mas com uma cantora de soul como vocalista, implimendo seu ritmo à banda. Já notaram como é difícil definir a sonoridade do BellRays, que seria algo semelhante à Rock'n'Soul, mas o resultado final é bastante interessante e diferente. A se conferir.





- Garnet Crow - Cristallize - Várias bandas tem chance de serem conhecidas por essas bandas, até mesmo The BellRays, mas Garnet Crow, apesar ter fazer um som um tanto quanto mais fácil de ser assimilado pelo grande público, dificilmente ficará amplamente conhecido no ocidente. Isso poruqe se trata de uma banda de J-Pop, ou seja, música Pop japonesa. Fãs de animes certamente já ouviram falar desse grupo, formado pela vocalista Yuri Nakamura, Nana Azuki nos teclados, Hitoshi Okamoto na guitarra, e Hirohito furui nos arranjos. Formada em 2000, Crystallize é o seu terceiro album, e achei bastante bacana, mas quem curte trilhas sonoras de animes vai curtir ainda mais. Provando que nem só de Pizzicato Five vive a música pop japonesa.



- Outkast - Speakerboxxx/The Love Below - O duo de maior sucesso nos States no momento produziu um album duplo muito interessante, e bastante comentado, principalmente pelo conteúdo diferenciado de ambos os discos. O primeiro, SpeakerBoxxx, foi feito por Big Boi, uma das metades do Outkast. O conteúdo tem uma veia bem rapper, apesar dos vários elementos de Soul Music contidas nas faixas, entretanto as letras cheias de críticas e exalando ironia, são bem ao estilo do Rap tradicional. É a parte "séria" do album. Destaque para Unhappy, que tem um gostoso suingue. Acho que esse Cd ficaria ainda melhor se a vinheta "Speakerboxxx" fosse repetida mais vezes no CD.
Já The Love Below , o CD de Andre 3000 (a outra metade do Outkast) é mais romantico. Tão romantico que beira ao pornográfico, principalmente na badalada faixa Hey Ya, que toca a cada 10 minutos em qualquer rádio por ai. Esse segundo CD tem um som mais pop, com letras mais descontraídas e tudo, mas pelo menos desse lado da América, não é algo que agrade logo à primeira audição. Talvez por ter uma visão estreitamente masculina (curtir os romances, com várias mulheres e sem sentir culpa) por boa parte das faixas, ou pelo ritmo das músicas nos soar conhecido (Prince?)...não sei, pelo menos foi essa a impressão que me deu. Particularmente gostei mais do primeiro CD, e não acho Hey Ya tudo isso que idolatram tanto (principalmente o Lúcio Ribeiro, que dá a entender que essa música é o início de uma revolução - pq ele não vai pra Cuba ou Nicaragua então?), apesar de ser muito legal de se escutar (ficou melhor ainda com o clipe do Snoopy que postei abaixo). Não sei se ele merece toda essa babação de ovo que se vê nos ultimos meses, mas praticamente esse é o CD de Rap mais interessante que escutei esse ano. E olha que é dificil eu gostar de Rap, nacional ou não.
Publicado por Morpheus® em 19:20 Comente aqui: .

Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra

Mais um filme para minha lista do assistidos. Desde Missão: Marte (antes disso até), filmes da Disney tem sido para mim sinônimo de porcaria. Por isso, fico feliz em dizer que Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra é uma grata excessão.
É opinião quase unânime entre aqueles que assistiram essa película que Johnny Deep (De Don Juan de Marco e Edward Mãos de Tesoura) rouba a cena do início ao fim. Afinal, só de ver os trejeitos do seu personagem, Capitão Jack Sparrow, você já fica na espectativa de que ele irá lubridiar alguém. E as espectativas acabam sendo justificadas, Deep tem uma grande atuação por todo o filme, que o tornam bastante divertido do início ao fim.
Baseado num dos brinquedos da Disneylandia (o que, por si só, é de desencorajar qualquer um de tentar achar algo aproveitável nesse filme), Piratas surpreende por ter uma história razoavel, boas sequencias de ação e atuações convincentes de quase todo elenco. Um jovem é encontrado em pleno mar, logo após um terrível ataque de piratas. Com ele, um medalhão que é a chave para uma maldição. Oito anos depois, o medalhão é redescoberto, e os assombrados piratas do navio Pérola Negra voltam para destruir todo aquele que estiver em seu caminho.
Depois que você se ambienta com a história, a conclusão fica altamente previsível, mas nem por isso menos divertida. O filme me lembrou muito o clássico de Errol Finn, Capitão Blood, principalmente nas cenas de batalha entre navios. Mas minha sequencia favorita é quando os piratas, "transformados", invadem o navio da força Real. Ficou engraçado ver os soldados tendo que encarar algo que, para eles não existia. Como filme-pipoca, ficou mais do que bom.
Publicado por Morpheus® em 19:18 Comente aqui: .

Remédio para o meu mau humor

Quarta-feira não foi um dos meus melhores dias. As coisas em meu serviço estão confusas, sai de lá com dor de cabeça, pra completar aquela chuva chata caindo na cidade, transito parado...resumindo, cheguei em casa de mal humor. Queria ficar na minha casinha, sossegado, luz apagada, ninguém pra perturbar e talz...mas isso é pedir demais aqui. Sempre aparece uma coisa ou outra pra se fazer.
Pra esquecer que o mundo existe por umas duas horas, aproveitei que havia deixado o micro puxando um filme, preparei minha TV, e me pus a assisti-lo. Não era nada inédito, mas é um filme que sempre melhora o meu astral. O filme é o Pulp Fiction, do Quentin Tarantino, e no elenco temos John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce willis, Umma Truman, Tim Roth, Harvey Keitel, Rosana Arquette e muitos outros. São várias pequenas aventuras envolvendo os personagens em situações atípicas e ainda assim possíveis, com conclusões nem sempre previsíveis. Ainda assim, o filme é um show de cenas marcantes, como Umma Truman e John Travolta dançando, o ataque de overdose de Umma, o assalto à lanchonete, Samuel L. Jackson recitando a Biblia, enfim, muitos bons momentos. Conseguiu até fazer meu humor voltar um pouco. Fiquei quase sociável novamente. Definitivamente, preciso comprar o DVD desse filme. E que dessa vez, que venha sem defeitos.
Publicado por Morpheus® em 19:18 Comente aqui: .